A quadrilha alvo da Operação 'Couraça 2' foi responsável por movimentar R$ 9,1 milhões em golpes e lavagem de dinheiro. As prisões preventivas e busca e apreensão foram fundamentais para desmantelar a organização criminosa.
Operação 'Couraça 2'
A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul cumpriu, na quarta-feira (25), mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão durante a Operação 'Couraça 2', que desarticulou uma quadrilha responsável por movimentar R$ 9,1 milhões em golpes e lavagem de dinheiro.
Durante as investigações, foi identificado que o grupo criminoso atuava principalmente no interior do estado, aplicando golpes em diversas vítimas e utilizando empresas de fachada para a lavagem do dinheiro ilícito.
Prisões preventivas e busca e apreensão
A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul cumpriu, na quarta-feira (25), mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão durante a Operação “Couraça 2”, que teve como alvo uma quadrilha suspeita de movimentar R$ 9,1 milhões em golpes e lavagem de dinheiro.
Os suspeitos foram detidos em diferentes cidades do estado e as autoridades apreenderam documentos, equipamentos eletrônicos e dinheiro em espécie durante as buscas. A investigação apontou que a quadrilha atuava em diversos municípios, utilizando empresas de fachada para realizar os golpes e realizar a lavagem de dinheiro.
Movimentação de R$ 9,1 milhões
A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul cumpriu, na quarta-feira (25), mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão durante a Operação 'Couraça 2'.
Segundo investigações, a quadrilha alvo da operação movimentou cerca de R$ 9,1 milhões em golpes e lavagem de dinheiro, demonstrando a complexidade e o alcance das atividades criminosas.
Atividades de golpes e lavagem de dinheiro
A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul cumpriu, na quarta-feira (25), mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão durante a Operação 'Couraça 2', que desmantelou uma quadrilha responsável por movimentar R$ 9,1 milhões em golpes e lavagem de dinheiro.
De acordo com as investigações, os criminosos atuavam principalmente através de fraudes bancárias, utilizando contas de terceiros para receber valores provenientes de golpes aplicados em vítimas em todo o país. Em seguida, realizavam a lavagem do dinheiro obtido, dificultando assim o rastreamento dos recursos ilícitos.










