Chuvas aquém da média e risco de incêndios em MS

As chuvas abaixo da média em Mato Grosso do Sul estão aumentando o risco de incêndios no Estado. O acumulado de chuvas no bioma Pantanal tem sido preocupante, e a tendência de redução nas regiões Sul e Sudoeste só agrava a situação. É necessário um monitoramento constante e ações preventivas para evitar danos ambientais e prejuízos à população.

Irregularidade das chuvas no Estado

A irregularidade das chuvas em Mato Grosso do Sul tem sido uma preocupação, com as regiões Sul e Sudoeste do Estado registrando pouca precipitação. Isso intensifica a escassez hídrica já observada nos últimos meses e aumenta o risco de ocorrência de incêndios.

De acordo com a Análise Meteorológica do Cemtec, em janeiro as chuvas ficaram abaixo da média histórica em praticamente todo o Estado. Em fevereiro, apesar de uma melhora na distribuição, o volume registrado em muitos pontos monitorados ainda permaneceu abaixo da média.

Previsão e alerta

A tendência meteorológica para os próximos dias indica uma redução de chuvas nas regiões Sudoeste e Sul de Mato Grosso do Sul. Para o trimestre março, abril e maio, metade do território estadual, especialmente áreas da bacia do Rio Paraná, está em alerta para o risco de incêndios florestais.

Fenômeno El Niño

O aquecimento das águas do Oceano Pacífico está provocando mudanças no clima em escala global, configurando o fenômeno El Niño. Isso resultará em temperaturas acima do normal em Mato Grosso do Sul e chuvas abaixo da média histórica, favorecendo a ocorrência de incêndios florestais.

Monitoramento e prevenção

Os modelos meteorológicos indicam que o El Niño deve se estabelecer a partir de maio e influenciar o clima até o final do ano. Portanto, é necessário um monitoramento constante e reforço nas estratégias de prevenção em todo o Estado para evitar o descontrole dos focos de calor.

Acumulado de chuvas no bioma Pantanal

As regiões Sul e Sudoeste de Mato Grosso do Sul devem registrar pouca chuva nos próximos dias, intensificando a escassez hídrica já observada nos últimos dois meses e ampliando o risco para ocorrência de focos de calor.

Os dados constam na Análise Meteorológica do Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima) e foram apresentados durante a 25ª reunião do Cicoe (Centro Integrado de Comando e Controle), realizada na manhã desta quarta-feira (4), no Comando-Geral da Polícia Militar. A reunião foi coordenada pelo secretário da Semadesc, Jaime Verruck, que manifestou preocupação com as irregularidades no regime de chuvas. Segundo ele, os dados exigem que o Governo do Estado permaneça em alerta para evitar eventual descontrole dos focos de calor.

Conforme o levantamento do Cemtec, em janeiro as chuvas ficaram abaixo da média histórica em praticamente todo o Estado. Em fevereiro houve melhora na distribuição, mas ainda assim, em 29 dos 65 pontos monitorados, o volume registrado permaneceu abaixo da média.

No bioma Pantanal, os acumulados desde o início do ano até 28 de fevereiro ficaram acima da média em seis das oito regiões monitoradas. Apenas na região de Corumbá, com 338,4 milímetros, e no Pantanal da Nhecolândia, com 442,6 milímetros, os volumes superaram o esperado para o período.

Como reflexo da irregularidade das chuvas, o nível do Rio Paraguai, principal curso d’água da planície pantaneira, está próximo ao registrado em 2024 nas regiões de Ladário e Porto Murtinho. Em Cáceres, o nível do rio encontra-se bem acima do verificado em 2024 e próximo ao registrado no ano passado.

A tendência meteorológica para o período entre 3 e 19 de março indica redução de chuvas nas regiões Sudoeste e Sul de Mato Grosso do Sul. No restante do Estado, os volumes podem ficar pouco abaixo ou acima da média histórica. A previsão também se estende para o trimestre março, abril e maio, colocando metade do território estadual, especialmente áreas da bacia do Rio Paraná, em alerta para o risco de incêndios florestais.

Outro fator de preocupação é o aquecimento das águas do Oceano Pacífico, que provocará mudanças no clima em escala global nos próximos meses, configurando o fenômeno conhecido como El Niño. A tendência para o trimestre é de temperaturas acima do normal em Mato Grosso do Sul e chuvas abaixo da média histórica, combinação que favorece a ocorrência de incêndios florestais.

De acordo com os modelos meteorológicos apresentados, o El Niño deve se estabelecer a partir de maio e influenciar o clima até o fim do ano, exigindo monitoramento constante e reforço nas estratégias de prevenção em todo o Estado.

Tendência de redução de chuvas nas regiões Sul e Sudoeste

As regiões Sul e Sudoeste de Mato Grosso do Sul estão enfrentando uma tendência de redução das chuvas, o que tem intensificado a escassez hídrica e aumentado o risco de incêndios. De acordo com a Análise Meteorológica do Cemtec, apresentada durante a 25ª reunião do Cicoe, a previsão indica poucas precipitações nos próximos dias nestas áreas.

Em janeiro, as chuvas ficaram abaixo da média em praticamente todo o Estado e, mesmo em fevereiro, em 29 dos 65 pontos monitorados, o volume registrado permaneceu aquém do esperado. A situação é preocupante, exigindo que o Governo do Estado permaneça em alerta para evitar descontroles nos focos de calor.

A tendência para o período entre 3 e 19 de março aponta uma redução das chuvas nas regiões Sul e Sudoeste de Mato Grosso do Sul. A previsão se estende para o trimestre março, abril e maio, colocando metade do território estadual, especialmente áreas da bacia do Rio Paraná, em alerta para o risco de incêndios florestais.

Preocupação com o risco de incêndios e El Niño

As regiões Sul e Sudoeste de Mato Grosso do Sul estão enfrentando um período de pouca chuva, intensificando a escassez hídrica e aumentando o risco de incêndios. Segundo a Análise Meteorológica do Cemtec, a falta de chuvas nos últimos meses tem preocupado as autoridades, que alertam para a possibilidade de focos de calor descontrolados.

Os dados apresentados durante a 25ª reunião do Cicoe apontam que, em janeiro, as chuvas ficaram abaixo da média histórica em grande parte do Estado. Apesar de uma melhora em fevereiro, ainda há pontos onde o volume registrado permanece abaixo do esperado. A situação é especialmente preocupante nas regiões Sudoeste e Sul, onde a previsão indica uma redução ainda maior das chuvas.

Além da falta de chuvas, a preocupação se estende ao fenômeno El Niño, que está provocando mudanças no clima em escala global. A tendência para os próximos meses é de temperaturas acima do normal e chuvas abaixo da média histórica em Mato Grosso do Sul, o que favorece a ocorrência de incêndios florestais. Os modelos meteorológicos indicam que o El Niño deve se estabelecer a partir de maio e influenciar o clima até o fim do ano, exigindo um monitoramento constante e reforço nas estratégias de prevenção em todo o Estado.

Fonte: https://www.campograndenews.com.br

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