A indústria de celulose em Mato Grosso do Sul está em constante crescimento e promete expandir ainda mais até 2032. A escassez de mão de obra qualificada, a expansão da cadeia de papel e celulose, juntamente com megaprojetos e novas fábricas, são os principais impulsionadores desse cenário promissor.
Escassez de mão de obra qualificada
A escassez de mão de obra qualificada ainda é um dos principais desafios enfrentados pela indústria de celulose em Mato Grosso do Sul. O crescimento da produção impulsionado por investimentos bilionários de grandes empresas tem aquecido o mercado de trabalho, com previsão de continuar assim até 2032, quando se encerrará o ciclo de novos projetos.
Segundo especialistas do setor, a Eldorado deve anunciar a ampliação de sua unidade de produção em Três Lagoas por volta de 2030. O presidente do SINPACEMS, Elcio Trajano Junior, destaca que o setor está passando por um momento extremamente positivo, apesar dos desafios, especialmente a escassez de mão de obra qualificada.
Expansão da cadeia de papel e celulose
A indústria de celulose em Mato Grosso do Sul enfrenta desafios relacionados à escassez de mão de obra qualificada, mesmo com o crescimento impulsionado por investimentos bilionários de grandes empresas no Estado. Especialistas do setor preveem que o mercado de trabalho continuará aquecido até 2032, com a Eldorado planejando ampliar sua unidade de produção em Três Lagoas por volta de 2030.
O presidente do SINPACEMS, Elcio Trajano Junior, destaca que o setor vive um momento extremamente positivo em meio aos desafios, como a falta de profissionais qualificados. As empresas têm investido em formação, capacitação e valorização das pessoas para suprir a demanda por trabalhadores especializados no Vale da Celulose. No entanto, algumas indústrias enfrentam dificuldades para atrair talentos qualificados para o Estado.
Expansão da cadeia de papel e celulose até 2032
Até 2032, a expansão da cadeia de papel e celulose em Mato Grosso do Sul pode gerar cerca de 93 mil novos empregos, considerando a instalação de pelo menos quatro novas fábricas no Estado. Esses empreendimentos devem resultar em aproximadamente 24 mil empregos diretos e outros 69 mil indiretos, de acordo com dados da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá) baseados em um estudo de 2024.
Com a chegada de megaprojetos como a fábrica da Suzano em Ribas do Rio Pardo e a previsão de início das operações do Projeto Sucuriú da Arauco em Inocência, a indústria de celulose em Mato Grosso do Sul consolida seu papel como um polo global de produção, com capacidades de produção significativas e potencial para liderança no mercado.
Megaprojetos e novas fábricas
A indústria de celulose em Mato Grosso do Sul enfrenta o desafio da escassez de mão de obra qualificada, mesmo com o crescimento impulsionado por investimentos bilionários de grandes empresas no Estado.
Segundo especialistas, o mercado de trabalho continuará aquecido até 2032, com a Eldorado planejando ampliar sua unidade em Três Lagoas por volta de 2030.
O presidente do SINPACEMS destaca a importância do setor para o Estado, apesar dos desafios, como a falta de profissionais qualificados. Empresas têm investido em formação e capacitação para suprir a demanda crescente.
A previsão é de que a demanda por profissionais permaneça alta nos próximos anos, impulsionada pelos investimentos em novas fábricas e pela expansão das operações florestais.
Estudos indicam que até 2032, a cadeia de papel e celulose em Mato Grosso do Sul pode gerar cerca de 93 mil novos empregos, considerando novos empreendimentos no setor.
Megaprojetos, como a fábrica da Suzano em Ribas do Rio Pardo e o Projeto Sucuriú da Arauco em Inocência, contribuem para consolidar o polo global de celulose no Estado.
Plano de expansão da Eldorado Brasil
A indústria de celulose em Mato Grosso do Sul enfrenta desafios relacionados à escassez de mão de obra qualificada, mesmo com o crescimento impulsionado por grandes investimentos de empresas no Estado. Especialistas preveem que o mercado de trabalho continuará aquecido até 2032, quando o ciclo de novos projetos deve se encerrar.
A Eldorado Brasil, uma das grandes empresas do setor, planeja anunciar a ampliação de sua unidade de produção em Três Lagoas por volta de 2030, conforme fontes do setor. O presidente do SINPACEMS destaca o momento positivo para a indústria no Estado, apesar dos desafios, como a escassez de profissionais qualificados.
Com a expectativa de criação de cerca de 93 mil novos empregos no Estado até 2032, a expansão da cadeia de papel e celulose é vista como um impulso para a economia local. Grandes empreendimentos, como a fábrica da Suzano e o Projeto Sucuriú da Arauco, contribuem para consolidar a região como um polo global no setor.
Investimentos em formação e capacitação
Diante do déficit de profissionais qualificados, as empresas do setor têm investido cada vez mais em formação, capacitação e valorização das pessoas. Essa iniciativa visa preparar profissionais para acompanhar o desenvolvimento do Vale da Celulose e suprir a demanda por mão de obra especializada.








