O dólar fechou estável hoje, após a decisão de países ricos de liberar reservas estratégicas de petróleo. A variação da moeda ao longo do dia e o impacto dessa liberação nas bolsas de valores foram pontos de destaque.
Decisão de países ricos de liberar reservas estratégicas de petróleo
A decisão de países ricos de liberar parte de suas reservas estratégicas de petróleo ajudou a reduzir a tensão no mercado financeiro nesta quarta-feira (11). Após iniciar o dia em alta, o dólar encerrou praticamente estável, enquanto a bolsa brasileira registrou o terceiro avanço consecutivo. O dólar comercial fechou vendido a R$ 5,159, com leve alta de 0,04%.
Na mínima do dia, por volta das 12h40, a moeda chegou a R$ 5,14. Durante a tarde houve nova aceleração, mas o dólar voltou a se aproximar da estabilidade no fechamento. Apesar da oscilação, a moeda norte-americana acumula queda de 1,61% na semana e registra leve alta de 0,49% em março.
A notícia também trouxe alívio às bolsas de valores. O índice Ibovespa, da B3, encerrou o dia aos 183.969 pontos, com alta de 0,28%. As ações da Petrobras, que têm grande peso na composição do índice, lideraram a valorização. Os papéis ordinários (com direito a voto) avançaram 4,89%, enquanto as ações preferenciais (com prioridade na distribuição de dividendos) subiram 4,36%.
No mercado internacional, o petróleo voltou a subir após a forte queda registrada na terça-feira (10). O barril do tipo Brent, referência nas negociações globais, fechou cotado a US$ 93,02, com alta de 6%. Também nesta quarta-feira, os países do Grupo dos Sete (G7) concordaram em analisar a possibilidade de escoltar navios no Golfo Pérsico.
Variação do dólar ao longo do dia
Após a liberação de reservas estratégicas de petróleo por parte de países ricos, o dólar encerrou praticamente estável nesta quarta-feira (11). Iniciando o dia em alta, a moeda norte-americana fechou vendida a R$ 5,159, com leve alta de 0,04%.
Durante a manhã, a cotação chegou a atingir R$ 5,18, refletindo os ataques a cargueiros no Estreito de Ormuz. No entanto, a decisão da Agência Internacional de Energia de liberar 400 milhões de barris de petróleo das reservas dos países-membros ajudou a reduzir a tensão no mercado financeiro.
Apesar das oscilações ao longo do dia, o dólar acumula queda de 1,61% na semana e registra leve alta de 0,49% em março. A notícia também impactou positivamente a bolsa brasileira, com o índice Ibovespa encerrando o dia em alta de 0,28% aos 183.969 pontos.
Mercado Internacional
No mercado internacional, o petróleo voltou a subir após a forte queda registrada na terça-feira (10). O barril do tipo Brent fechou cotado a US$ 93,02, com alta de 6%, desacelerando após os ataques no Estreito de Ormuz e a liberação das reservas.
Grupo dos Sete (G7)
Os países do G7 concordaram em analisar a possibilidade de escoltar navios no Golfo Pérsico, em meio à escalada de tensões na região. A medida foi discutida em reunião convocada pelo presidente da França, Emmanuel Macron.
Impacto da liberação das reservas nas bolsas de valores
A liberação das reservas estratégicas de petróleo pelos países ricos teve um impacto positivo no mercado financeiro, reduzindo a tensão e trazendo estabilidade.
O dólar comercial encerrou o dia praticamente estável, com leve alta de 0,04% e acumulando queda de 1,61% na semana. A bolsa brasileira, por sua vez, registrou o terceiro avanço consecutivo, com o índice Ibovespa subindo 0,28% e encerrando aos 183.969 pontos.
Impacto nas ações da Petrobras
As ações da Petrobras, que têm grande peso na composição do índice Ibovespa, lideraram a valorização após a liberação das reservas de petróleo. Os papéis ordinários subiram 4,89% e as preferenciais subiram 4,36%.
Perspectivas internacionais
No mercado internacional, o petróleo voltou a subir após a queda registrada no dia anterior. O barril do tipo Brent fechou cotado a US$ 93,02, com alta de 6%, após ter subido 11% durante o dia e desacelerado com a notícia da liberação das reservas.
Medidas do G7
Além da liberação das reservas, os países do G7 concordaram em analisar a possibilidade de escoltar navios no Golfo Pérsico, em meio à escalada de tensões na região. Esta medida foi discutida em reunião convocada pelo presidente da França, Emmanuel Macron.
Valorização das ações da Petrobras
Após a decisão de países ricos de liberar parte de suas reservas estratégicas de petróleo, o mercado financeiro registrou redução da tensão nesta quarta-feira (11). O dólar encerrou praticamente estável, enquanto a bolsa brasileira teve o terceiro avanço consecutivo.
As ações da Petrobras, que possuem grande peso na composição do índice Ibovespa, lideraram a valorização. Os papéis ordinários avançaram 4,89%, enquanto as ações preferenciais subiram 4,36%.
Movimentação do mercado internacional de petróleo
A decisão de países ricos de liberar parte de suas reservas estratégicas de petróleo ajudou a reduzir a tensão no mercado financeiro nesta quarta-feira (11). Após iniciar o dia em alta, o dólar encerrou praticamente estável, enquanto a bolsa brasileira registrou o terceiro avanço consecutivo. O dólar comercial fechou vendido a R$ 5,159, com leve alta de 0,04%. Pela manhã, a cotação chegou a R$ 5,18, por volta das 10h, refletindo os ataques a cargueiros no Estreito de Ormuz.
No entanto, o movimento perdeu força após a Agência Internacional de Energia anunciar a liberação de 400 milhões de barris de petróleo das reservas dos países-membros. Na mínima do dia, por volta das 12h40, a moeda chegou a R$ 5,14. Durante a tarde houve nova aceleração, mas o dólar voltou a se aproximar da estabilidade no fechamento. Apesar da oscilação, a moeda norte-americana acumula queda de 1,61% na semana e registra leve alta de 0,49% em março.
A notícia também trouxe alívio às bolsas de valores. O índice Ibovespa, da B3, encerrou o dia aos 183.969 pontos, com alta de 0,28%. O indicador alternou entre altas e baixas ao longo da sessão, mas manteve ganhos no fim das negociações.
As ações da Petrobras, que têm grande peso na composição do índice, lideraram a valorização. Os papéis ordinários (com direito a voto) avançaram 4,89%, enquanto as ações preferenciais (com prioridade na distribuição de dividendos) subiram 4,36%.
No mercado internacional, o petróleo voltou a subir após a forte queda registrada na terça-feira (10). O barril do tipo Brent, referência nas negociações globais, fechou cotado a US$ 93,02, com alta de 6%. Durante o dia, chegou a subir 11% após os ataques a cargueiros no Estreito de Ormuz, mas desacelerou após o anúncio da liberação das reservas.
Também nesta quarta-feira, os países do Grupo dos Sete (G7), que reúne as sete economias mais industrializadas do mundo, concordaram em analisar a possibilidade de escoltar navios no Golfo Pérsico. A medida foi discutida em reunião convocada pelo presidente da França, Emmanuel Macron, diante da escalada de tensões na região.
Possibilidade de escoltar navios no Golfo Pérsico
Após a liberação de reservas de petróleo pelos países ricos, o dólar fechou praticamente estável nesta quarta-feira (11). A moeda norte-americana encerrou o dia vendida a R$ 5,159, com leve alta de 0,04%.
A possibilidade de escoltar navios no Golfo Pérsico foi discutida pelos países do Grupo dos Sete (G7), que concordaram em analisar a medida em meio às tensões na região. A proposta foi apresentada em reunião convocada pelo presidente da França, Emmanuel Macron.








