Uma chuva isolada no Pantanal resultou em uma impressionante imagem capturada a mais de mil metros de altitude. O registro dessa cena revela a beleza e a grandiosidade da natureza nessa região única. Além disso, esse evento pode indicar um possível período de cheia no Pantanal.
Registro de chuva isolada no Pantanal
Uma imagem inusitada de chuva isolada foi registrada na tarde de quarta-feira (7) na região da Serra do Amolar, no Pantanal. O fenômeno foi capturado pelo sistema Pantera, instalado pelo Instituto Homem Pantaneiro (IHP) no pico de uma montanha a mil metros de altitude.
A imagem mostra a chuva em uma parte ampla do Pantanal e foi registrada pelo sistema de monitoramento de prevenção de incêndios florestais. O registro indica concentração de nuvens em alguns pontos dessa área remota do Pantanal.
Desde 30 de dezembro, não havia registros de chuvas de grande volume na região. Naquele dia, a Reserva Particular de Patrimônio Natural (RPPN) Acurizal registrou 29 mm de precipitação. Depois disso, embora tenha chovido em outras partes de Mato Grosso do Sul, incluindo Campo Grande, a Serra do Amolar permaneceu sem chuva.
As chuvas recentes, principalmente nas áreas de Cuiabá e Cáceres, em Mato Grosso, ajudam a dar volume ao Pantanal e contribuem para um possível período de cheia. Atualmente, o rio Paraguai está com 0,77 m em Ladário, abaixo do nível registrado em 2025 (1,17 m) e mais próximo do nível da seca extrema de 2024 (0,45 m). A medição em Ladário é usada como referência para indicar sinais de estiagem ou cheia.
Imagem capturada a mil metros de altitude
Uma imagem inusitada de chuva isolada foi registrada na tarde de quarta-feira (7) na região da Serra do Amolar, no Pantanal. O fenômeno foi capturado pelo sistema Pantera, instalado pelo Instituto Homem Pantaneiro (IHP) no pico de uma montanha a mil metros de altitude.
A imagem mostra a chuva em uma parte ampla do Pantanal e foi registrada pelo sistema de monitoramento de prevenção de incêndios florestais. O registro indica concentração de nuvens em alguns pontos dessa área remota do Pantanal.
Desde 30 de dezembro, não havia registros de chuvas de grande volume na região. Naquele dia, a Reserva Particular de Patrimônio Natural (RPPN) Acurizal registrou 29 mm de precipitação. Depois disso, embora tenha chovido em outras partes de Mato Grosso do Sul, incluindo Campo Grande, a Serra do Amolar permaneceu sem chuva.
As chuvas recentes, principalmente nas áreas de Cuiabá e Cáceres, em Mato Grosso, ajudam a dar volume ao Pantanal e contribuem para um possível período de cheia. Atualmente, o rio Paraguai está com 0,77 m em Ladário, abaixo do nível registrado em 2025 (1,17 m) e mais próximo do nível da seca extrema de 2024 (0,45 m). A medição em Ladário é usada como referência para indicar sinais de estiagem ou cheia.
Dados de chuva e umidade relativa do ar
Segundo o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de Mato Grosso do Sul (CEMTEC), os maiores volumes de chuva acumulados nas últimas 24 horas foram: Campo Grande: 29,8 mm, Jardim: 20,8 mm, Figueirão: 19,4 mm, Maracaju: 10,8 mm, Nhecolândia, em Corumbá: 10,4 mm, Dois Irmãos do Buriti: 8 mm, Corguinho: 7 mm.
Em relação à umidade relativa do ar, a Serra do Amolar apresentou os maiores índices nas últimas 24 horas, com 38%. Porto Murtinho registrou a menor umidade, 22%, e Corumbá ficou com 36%.
Os dados foram fornecidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e pela Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar de Mato Grosso do Sul (Semadesc).
Previsão de possível período de cheia
Uma imagem inusitada de chuva isolada foi registrada na tarde de quarta-feira (7) na região da Serra do Amolar, no Pantanal. O fenômeno foi capturado pelo sistema Pantera, instalado pelo Instituto Homem Pantaneiro (IHP) no pico de uma montanha a mil metros de altitude.
A imagem mostra a chuva em uma parte ampla do Pantanal e foi registrada pelo sistema de monitoramento de prevenção de incêndios florestais. O registro indica concentração de nuvens em alguns pontos dessa área remota do Pantanal.
Possível período de cheia no Pantanal
Desde 30 de dezembro, não havia registros de chuvas de grande volume na região. As chuvas recentes, principalmente nas áreas de Cuiabá e Cáceres, em Mato Grosso, ajudam a dar volume ao Pantanal e contribuem para um possível período de cheia.
Dados de chuva acumulada nas últimas 24 horas
Chuva isolada foi registrada no Pantanal. Uma imagem inusitada de chuva isolada foi registrada na tarde de quarta-feira (7) na região da Serra do Amolar, no Pantanal. O fenômeno foi capturado pelo sistema Pantera, instalado pelo Instituto Homem Pantaneiro (IHP) no pico de uma montanha a mil metros de altitude.
A imagem mostra a chuva em uma parte ampla do Pantanal e foi registrada pelo sistema de monitoramento de prevenção de incêndios florestais. O registro indica concentração de nuvens em alguns pontos dessa área remota do Pantanal. Desde 30 de dezembro, não havia registros de chuvas de grande volume na região. Naquele dia, a Reserva Particular de Patrimônio Natural (RPPN) Acurizal registrou 29 mm de precipitação.
Depois disso, embora tenha chovido em outras partes de Mato Grosso do Sul, incluindo Campo Grande, a Serra do Amolar permaneceu sem chuva. As chuvas recentes, principalmente nas áreas de Cuiabá e Cáceres, em Mato Grosso, ajudam a dar volume ao Pantanal e contribuem para um possível período de cheia.
Atualmente, o rio Paraguai está com 0,77 m em Ladário, abaixo do nível registrado em 2025 (1,17 m) e mais próximo do nível da seca extrema de 2024 (0,45 m). A medição em Ladário é usada como referência para indicar sinais de estiagem ou cheia.
Segundo o Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de Mato Grosso do Sul (CEMTEC), os maiores volumes de chuva acumulados nas últimas 24 horas foram:
– Campo Grande: 29,8 mm
– Jardim: 20,8 mm
– Figueirão: 19,4 mm
– Maracaju: 10,8 mm
– Nhecolândia, em Corumbá: 10,4 mm
– Dois Irmãos do Buriti: 8 mm
– Corguinho: 7 mm
Em relação à umidade relativa do ar, a Serra do Amolar apresentou os maiores índices nas últimas 24 horas, com 38%. Porto Murtinho registrou a menor umidade, 22%, e Corumbá ficou com 36%.
Os dados foram fornecidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e pela Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar de Mato Grosso do Sul (Semadesc).
Fonte: https://g1.globo.com










