Advogada ‘fake’ da Papuda e sua conexão com líder de partido

A advogada 'fake' da Papuda foi indicada pela Polícia Federal por promover uma organização criminosa, tendo conexão com o líder de facção. Sua atuação inclui facilitar a rota do líder da facção por MS, levantando questões sobre sua ética profissional e envolvimento com o crime organizado.

Relacionamento com líder de facção criminosa

Tatiane da Silva Alves Ferreira, advogada 'fake' indiciada por esquema de 'leva e traz' na Papuda, teve um relacionamento com William Alves Ferreira, apontado como chefe do CDC (Comboio do Cão), facção criminosa atuante no Distrito Federal e no Entorno.

William, conhecido como 'Gordinho' ou 'Cofrinho', liderava um grupo que utilizava veículos roubados para transportar drogas do Mato Grosso do Sul para o Distrito Federal. Ele está preso na Papuda e responde por diversos crimes, incluindo tráfico de drogas.

Tatiane, que se passava por advogada e foi indiciada por promoção de organização criminosa, auxiliava na comunicação de membros da facção BDM com um dos líderes da organização, Jackson Antônio de Jesus Costa, preso na Papuda e responsável pela morte de um policial federal em 2023.

Indicação pela Polícia Federal por promoção de organização criminosa

A advogada 'fake' indiciada por esquema de 'leva e traz' na Papuda, Tatiane da Silva Alves Ferreira, de 37 anos, foi casada e teve uma filha com um criminoso apontado como chefe do CDC (Comboio do Cão), William Alves Ferreira, de 39 anos. O CDC é uma facção criminosa com forte atuação no Distrito Federal e no Entorno. Tatiane se passava por advogada e ostentava uma vida de luxo nas redes sociais. Ela foi indiciada pela PF (Polícia Federal) por promoção de organização criminosa.

Segundo informações do site Metrópoles, William Alves Ferreira, também conhecido pelos apelidos de 'Gordinho' ou 'Cofrinho', liderava um grupo que utilizava veículos roubados e furtados para transportar drogas vindas do Mato Grosso do Sul, inclusive como parte do pagamento pelo entorpecente. A carga abastecia o mercado do tráfico no Distrito Federal, principalmente na região da Ceilândia, e também era levada para outros estados.

Atualmente, 'Gordinho' está preso na Papuda e tem condenações por roubo, tentativa de furto e receptação. Ele também é réu em um processo sob acusação de liderar um esquema de tráfico de drogas, além de possuir diversas passagens pela polícia. William foi preso durante a Operação Presságio, da Polícia Civil do Distrito Federal, em agosto de 2022, enquanto tomava açaí. Ele acabou indiciado e denunciado pelo crime de tráfico de drogas. Na casa dele foram encontrados R$ 9 mil em espécie, diversos cartões, um aparelho celular e um veículo VW Gol. Também foram localizadas mensagens enviadas pelo líder da facção aos comparsas responsáveis pelo transporte de drogas do Mato Grosso do Sul para o Distrito Federal.

Preso na Papuda desde o fim de 2022, William aguarda definição de julgamento pela 3ª Vara de Entorpecentes do Distrito Federal. Enquanto isso, a ex-esposa, que responde por organização criminosa, cuida da filha do casal, hoje com 17 anos.

Conexão com líder de facção

Tatiane é atual companheira de outro integrante do mundo do crime, Odianel Pereira de Sousa Júnior, faccionado do BDM (Bonde do Maluco) e também réu por organização criminosa. O Metrópoles não conseguiu apurar se Odianel responde às acusações em liberdade.

As investigações apontaram que Tatiane auxiliava na comunicação de membros da facção BDM (Bonde do Maluco) com Jackson Antônio de Jesus Costa, um dos líderes da organização criminosa, preso no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Ele é apontado como responsável pela morte do policial federal Lucas Caribé, em 2023.

O relatório da Polícia Federal anexou registros de conversas e ligações entre Tatiane e Erica Priscilla da Cruz Vitorino, advogada apontada como 'gerente do'

Atuação do líder da facção com rota por MS

A advogada 'fake' indiciada por esquema de “leva e traz” na Papuda, Tatiane da Silva Alves Ferreira, de 37 anos, foi casada e teve uma filha com um criminoso apontado como chefe do CDC (Comboio do Cão), William Alves Ferreira, de 39 anos. O CDC é uma facção criminosa com forte atuação no Distrito Federal e no Entorno. Tatiane se passava por advogada e ostentava uma vida de luxo nas redes sociais. Ela foi indiciada pela PF (Polícia Federal) por promoção de organização criminosa.

Segundo informações do site Metrópoles, William Alves Ferreira, também conhecido pelos apelidos de “Gordinho” ou “Cofrinho”, liderava um grupo que utilizava veículos roubados e furtados para transportar drogas vindas do Mato Grosso do Sul, inclusive como parte do pagamento pelo entorpecente. A carga abastecia o mercado do tráfico no Distrito Federal, principalmente na região da Ceilândia, e também era levada para outros estados. Atualmente, “Gordinho” está preso na Papuda e tem condenações por roubo, tentativa de furto e receptação. Ele também é réu em um processo sob acusação de liderar um esquema de tráfico de drogas, além de possuir diversas passagens pela polícia.

Conexão com líder de facção

As investigações apontaram que Tatiane auxiliava na comunicação de membros da facção BDM (Bonde do Maluco) com Jackson Antônio de Jesus Costa, um dos líderes da organização criminosa, preso no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Ele é apontado como responsável pela morte do policial federal Lucas Caribé, em 2023.

O relatório da Polícia Federal anexou registros de conversas e ligações entre Tatiane e Erica Priscilla da Cruz Vitorino, advogada apontada como “gerente do

Prisão e acusações contra 'Gordinho'

A advogada 'fake' indiciada por esquema de 'leva e traz' na Papuda, Tatiane da Silva Alves Ferreira, de 37 anos, foi casada e teve uma filha com um criminoso apontado como chefe do CDC (Comboio do Cão), William Alves Ferreira, de 39 anos. O CDC é uma facção criminosa com forte atuação no Distrito Federal e no Entorno. Tatiane se passava por advogada e ostentava uma vida de luxo nas redes sociais. Ela foi indiciada pela PF (Polícia Federal) por promoção de organização criminosa.

William Alves Ferreira, também conhecido pelos apelidos de 'Gordinho' ou 'Cofrinho', liderava um grupo que utilizava veículos roubados e furtados para transportar drogas vindas do Mato Grosso do Sul, inclusive como parte do pagamento pelo entorpecente. A carga abastecia o mercado do tráfico no Distrito Federal, principalmente na região da Ceilândia, e também era levada para outros estados. Atualmente, 'Gordinho' está preso na Papuda e tem condenações por roubo, tentativa de furto e receptação. Ele também é réu em um processo sob acusação de liderar um esquema de tráfico de drogas, além de possuir diversas passagens pela polícia.

Fonte: https://www.campograndenews.com.br

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