Um motorista de ambulância foi preso por comercializar emagrecedores contrabandeados, colocando em risco a saúde pública. A venda ilegal de medicamentos representa uma grave violação da lei e pode causar danos irreparáveis aos consumidores.
Prisão do motorista de ambulância
Um motorista de ambulância, de 42 anos, foi preso nesta quarta-feira (21) em Brasilândia, a 366 quilômetros de Campo Grande, após vender e entregar medicamentos emagrecedores contrabandeados, anunciados em redes sociais. A PCMS (Polícia Civil de Mato Grosso do Sul) chegou ao suspeito depois de receber denúncias anônimas sobre a comercialização irregular. Os investigadores localizaram o homem enquanto ele pilotava uma motocicleta Honda Biz pela cidade.
No compartimento de carga da moto, os policiais encontraram ampolas e seringas já preenchidas com Tirzepatida T.G., medicamento de origem paraguaia. A importação e a revenda do produto são proibidas no Brasil. As seringas estavam prontas para uso e não tinham controle sanitário nem comprovação de procedência. Segundo a polícia, essa condição representa risco à saúde pública. O motorista informou de forma informal que comprava o medicamento no exterior e revendia em território nacional. Ele não apresentou autorização de órgãos sanitários para a atividade. Após a abordagem, a polícia levou o suspeito à delegacia de Brasilândia. Ele permaneceu preso e à disposição da Justiça.
Comercialização de medicamentos contrabandeados
Um motorista de ambulância, de 42 anos, foi preso em Brasilândia, a 366 quilômetros de Campo Grande, por vender e entregar medicamentos emagrecedores contrabandeados, anunciados em redes sociais.
A PCMS (Polícia Civil de Mato Grosso do Sul) chegou ao suspeito após receber denúncias anônimas sobre a comercialização irregular. Os investigadores encontraram ampolas e seringas com Tirzepatida T.G., medicamento de origem paraguaia, no compartimento de carga da moto que o homem pilotava pela cidade.
Riscos à saúde pública
As seringas estavam prontas para uso e não possuíam controle sanitário nem comprovação de procedência, o que representa um risco à saúde pública.
O motorista admitiu informalmente que adquiria o medicamento no exterior e o revendia no país, sem apresentar autorização dos órgãos sanitários para essa atividade.
Prisão e disposição da Justiça
Após a abordagem, o suspeito foi levado à delegacia de Brasilândia e permaneceu preso, à disposição da Justiça.
Riscos à saúde pública
Um motorista de ambulância, de 42 anos, foi preso em Brasilândia por vender e entregar medicamentos emagrecedores contrabandeados, anunciados em redes sociais.
A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul chegou ao suspeito após receber denúncias anônimas sobre a comercialização irregular. Os investigadores encontraram o homem enquanto ele pilotava uma motocicleta pela cidade, onde foram encontradas ampolas e seringas preenchidas com Tirzepatida T.G., medicamento de origem paraguaia, no compartimento de carga da moto.
A importação e a revenda do medicamento são proibidas no Brasil, e as seringas estavam prontas para uso, sem controle sanitário ou comprovação de procedência, representando um risco à saúde pública.
O motorista admitiu informalmente que comprava o medicamento no exterior e o revendia no Brasil, mas não apresentou autorização de órgãos sanitários para a atividade. Após a abordagem, ele foi levado à delegacia de Brasilândia e permaneceu preso, à disposição da Justiça.
Falta de autorização para atividade
Um motorista de ambulância, de 42 anos, foi preso em Brasilândia, a 366 quilômetros de Campo Grande, por vender e entregar medicamentos emagrecedores contrabandeados, anunciados em redes sociais.
A PCMS (Polícia Civil de Mato Grosso do Sul) chegou ao suspeito após receber denúncias anônimas sobre a comercialização irregular. Os investigadores encontraram o homem pilotando uma motocicleta Honda Biz pela cidade, onde foram encontradas ampolas e seringas já preenchidas com o medicamento de origem paraguaia Tirzepatida T.G. no compartimento de carga da moto.
A importação e revenda do produto são proibidas no Brasil. As seringas não tinham controle sanitário nem comprovação de procedência, representando um risco à saúde pública. O motorista admitiu informalmente que comprava o medicamento no exterior e o revendia no Brasil, porém não apresentou autorização dos órgãos sanitários para essa atividade.
Após a abordagem, o suspeito foi levado à delegacia de Brasilândia, onde permaneceu preso e à disposição da Justiça.










