O número de ações de despejo no Judiciário de Mato Grosso do Sul tem aumentado significativamente nos últimos anos. Em 2025, foram recebidas 919 ações de despejo, das quais 827 já foram julgadas, mostrando um crescimento expressivo em apenas cinco anos.
919 ações de despejo recebidas em 2025
No ano de 2025, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul recebeu um total de 919 ações de despejo, sendo que 827 delas já foram julgadas. Esses números demonstram um aumento significativo na quantidade de processos dessa natureza sendo movidos no estado.
Esse aumento nas ações de despejo pode ser reflexo de diversos fatores, como a crise econômica, a instabilidade no mercado imobiliário ou mesmo questões relacionadas à pandemia de covid-19, que impactou diretamente a situação financeira de muitas pessoas e empresas.
827 ações de despejo já julgadas
No ano de 2025, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul registrou um aumento significativo no número de ações de despejo, com um total de 919 casos recebidos.
Dentre essas ações, 827 já foram julgadas, evidenciando a celeridade do Judiciário estadual na resolução desses conflitos.
Aumento significativo em apenas cinco anos
Nos últimos cinco anos, o Judiciário de Mato Grosso do Sul tem enfrentado um aumento significativo no número de ações de despejo. Apenas em 2025, o Tribunal de Justiça do estado recebeu 919 processos dessa natureza, dos quais 827 já foram julgados.
Esses números alarmantes refletem um cenário preocupante, indicando possíveis questões relacionadas à moradia e locação de imóveis no estado. O aumento das ações de despejo pode estar ligado a diversos fatores, como a crise econômica, a falta de planejamento financeiro dos locatários e a inadimplência.
Possíveis causas do aumento de ações de despejo
O aumento significativo de ações de despejo no Judiciário de Mato Grosso do Sul tem levantado questões sobre as possíveis causas por trás desse cenário.
Dentre os fatores que podem estar contribuindo para esse aumento, destacam-se a crise econômica que impacta diretamente a capacidade financeira dos locatários, resultando em inadimplência nos pagamentos de aluguéis.
Além disso, a falta de políticas públicas efetivas de moradia e a precariedade das condições de vida em algumas regiões do estado também podem estar influenciando no aumento das ações de despejo, levando proprietários a recorrerem ao Judiciário para resolver conflitos de locação.









