O plano federal sobre a fronteira foi engavetado, resultando na falta de policiamento na região, na consolidação do corredor do crime organizado e na existência de vazios na fronteira, permitindo o avanço do crime.
Falta de policiamento na região
A falta de policiamento na região de fronteira contribui significativamente para o avanço do crime organizado. O plano federal que visava fortalecer a segurança nessas áreas foi engavetado, deixando brechas para as atividades criminosas prosperarem.
Com a ausência de uma presença policial efetiva, os criminosos conseguem atuar com mais liberdade e impunidade, facilitando o contrabando de armas, drogas e outros ilícitos. Além disso, a falta de controle na fronteira também favorece o tráfico de pessoas e o contrabando de mercadorias.
Corredor do crime organizado
O Plano federal para a fronteira, que poderia ter ajudado a combater o avanço do crime organizado, foi engavetado, resultando em um aumento da criminalidade na região.
A falta de estrutura policial não foi o único fator que contribuiu para a consolidação do corredor do crime organizado, mas também a presença de vazios que facilitaram a atuação dos criminosos.
Vazios na fronteira
O plano federal que visava fortalecer a segurança na fronteira do país foi engavetado, permitindo assim que o crime avançasse nos vazios existentes. A região, considerada um dos maiores corredores do crime organizado, não se estruturou por falta de polícia, mas sim por excesso de vazios.
A falta de fiscalização e presença policial nos vazios da fronteira contribui para a atuação livre de organizações criminosas, facilitando o contrabando de armas, drogas e outros ilícitos. A ausência de controle nessas áreas permite que o crime se fortaleça e se expanda, representando um desafio para a segurança nacional.
Desestruturação no Pantanal
A região considerada um dos maiores corredores do crime organizado no país não se estruturou por falta de polícia, mas por excesso de vazios. No Pantanal, a desestruturação é evidente, com a ausência de políticas efetivas de combate ao crime e de presença do Estado.
A falta de um plano federal para a região contribui para a vulnerabilidade do Pantanal, permitindo que grupos criminosos atuem livremente. A ausência de investimentos em segurança pública e a falta de controle nas fronteiras agravam a situação, facilitando a atuação de organizações criminosas.










