Assistentes de instrução infantil ameaçam greve: ‘Sem nós, a Emei não abre’

As assistentes de educação infantil estão ameaçando entrar em greve devido a situações de assédio moral e superlotação nas Emeis. Elas reivindicam melhores condições de trabalho e apoio das autoridades para garantir a qualidade da educação infantil. Sem elas, as Emeis não abrirão suas portas.

Situações de assédio moral e superlotação

Assistentes de educação infantil lotaram a Câmara Municipal de Campo Grande cobrando aumento de salário e relatando situações de assédio moral e superlotação nas Emeis.

A presidente do Sindicato dos Servidores Contratados da Administração Pública da Rede Municipal de Campo Grande, Natali Pereira de Oliveira, destacou a importância das assistentes na estrutura das escolas e a necessidade de respeito e valorização.

Entre os pedidos das assistentes estão o reajuste salarial, pagamento de vale-alimentação, readmissão de Natali à Emei, correção da nomenclatura do cargo, direito de falta abonada, respeito ao limite de alunos em sala, filiação ao plano de saúde do Município, fim do desvio de função e participação na comissão de processos seletivos.

O apoio das assistentes foi reforçado pelo superintendente regional do Trabalho, Alexandre Cantero, demonstrando a importância e gravidade das demandas apresentadas.

Reivindicações das assistentes de educação infantil

As assistentes de educação infantil estão reivindicando melhorias em suas condições de trabalho e salário.

Entre as principais reivindicações estão o reajuste salarial para R$ 2,5 mil, o pagamento de vale-alimentação de R$ 300, a readmissão da presidenta do Sindicato dos Servidores Contratados da Administração Pública da Rede Municipal de Campo Grande, Natali Pereira de Oliveira, e a correção da nomenclatura do cargo.

Além disso, as assistentes pedem respeito ao limite de alunos em sala, filiação das funcionárias ao plano de saúde do Município, fim do desvio de função e participação na comissão de um novo processo seletivo ou concurso público para a função.

É importante ressaltar que as assistentes destacam a importância do seu trabalho e o impacto que têm na vida das crianças, enfatizando a necessidade de valorização da categoria.

O movimento recebeu apoio do superintendente regional do Trabalho, Alexandre Cantero.

Apoio das assistentes e autoridades

As assistentes de educação infantil em Campo Grande estão buscando apoio das autoridades e da comunidade para suas reivindicações. Durante uma manifestação na Câmara Municipal, a presidenta do Sindicato dos Servidores Contratados da Administração Pública da Rede Municipal de Campo Grande, Natali Pereira de Oliveira, destacou a importância do trabalho das assistentes nas Emeis e ressaltou que, sem elas, as escolas não podem funcionar adequadamente.

Além disso, as assistentes contam com o apoio do superintendente regional do Trabalho, Alexandre Cantero, que demonstrou solidariedade à categoria. A união entre as assistentes, sindicato e autoridades é fundamental para garantir melhores condições de trabalho e valorização profissional para essas trabalhadoras que desempenham um papel essencial na educação infantil.

Demissão da presidente do sindicato

A demissão da presidente do sindicato dos assistentes de educação infantil em Campo Grande gerou revolta entre a categoria, que lotou a Câmara Municipal em busca de melhorias nas condições de trabalho e salários.

Natali Pereira de Oliveira, presidenta do Sindicato dos Servidores Contratados da Administração Pública da Rede Municipal de Campo Grande, foi demitida após liderar um protesto das assistentes na Casa de Leis. Sua demissão foi vista como retaliação e injustiça pela categoria.

As assistentes reivindicam aumento salarial, melhores condições de trabalho, fim do assédio moral, regularização da estrutura das Emeis e respeito à carga de trabalho. Caso não haja acordo, ameaçam iniciar uma greve no primeiro dia de aula.

Além disso, as assistentes pedem a readmissão de Natali à Emei, reajuste salarial, benefícios como vale-alimentação, correção da nomenclatura do cargo, direito a falta abonada para acompanhamento familiar, entre outras demandas.

A categoria destaca a importância do seu trabalho na educação infantil e reforça a necessidade de valorização e respeito por parte da administração municipal. A situação evidencia a urgência de diálogo e negociação para resolver as demandas apresentadas pelas assistentes de educação infantil.

Fonte: https://www.campograndenews.com.br

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