A prática da mentira por candidatos durante campanhas eleitorais é um tema de extrema relevância e que merece reflexão. O uso da mentira pode influenciar diretamente o resultado das eleições, tornando essencial a conscientização sobre a importância da vacinação contra informações falsas. Além disso, a influência da internet nas campanhas eleitorais tem potencializado ainda mais a disseminação de notícias falsas, tornando necessário um olhar crítico e atento sobre a veracidade das informações divulgadas pelos candidatos.
Uso da mentira na campanha eleitoral
A utilização da mentira na campanha eleitoral é um tema que merece reflexão e atenção por parte dos eleitores. O coordenador do Núcleo Eleitoral do MPMS, Moisés Casarotto, alerta para a importância de avaliar se um candidato que faz uso sistemático da mentira merece receber o voto.
É fundamental que os eleitores se vacinem contra informações falsas, verificando a veracidade dos conteúdos duvidosos e buscando fontes seguras de informação. Casarotto também destaca a necessidade de respeitar os limites, a honra e a imagem dos candidatos, evitando a produção e compartilhamento de conteúdos inverídicos.
A influência da internet nas campanhas eleitorais tem sido significativa, permitindo que candidaturas de partidos menores tenham maior visibilidade e democratizando o debate eleitoral. No entanto, o promotor ressalta a importância de combater a disseminação de fake news, que podem ter efeitos deletérios e irreversíveis.
O Tribunal Superior Eleitoral tem ampliado as regras para o uso da internet nas eleições, incluindo a proibição do deep fake, uma prática que visa adulterar os fatos por meio de conteúdos sintéticos. A preocupação com o uso indevido dos recursos da internet deve ser uma responsabilidade de todos os envolvidos no processo eleitoral.
Importância da vacinação contra informações falsas
A utilização massiva da internet e os recursos da inteligência artificial não mudam o clima acirrado de uma eleição, mas trazem um elemento a mais a ser fiscalizado, na avaliação do coordenador do Núcleo Eleitoral do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), Moisés Casarotto. Ele atua há 18 anos na área eleitoral e conta que os pleitos com os ânimos mais acirrados são os municipais, onde há maiores embates.
Em entrevista ao Podcast Na íntegra, o integrante do MPMS recomenda ao eleitor que avalie se um candidato que usa "de forma sistemática" a mentira merece receber o voto. Se tem candidato que se utiliza de forma sistemática da mentira, talvez não mereça seu voto. Se ele se utiliza disso na campanha, imagine o que ele vai fazer depois de eleito. Ele defende que as pessoas se vacinem contra informações falsas, fazendo checagens de conteúdos duvidosos e buscando veículos de comunicação e fontes seguras.
Na entrevista, ele também analisa a influência da internet nas campanhas eleitorais. Como as doações por pessoas jurídicas foram proibidas, com objetivo de afastar o abuso de poder econômico, o período oficial de campanha encurtou; entretanto, a pré-campanha acabou ficando maior, com interessados já se posicionando e havendo intensa movimentação nas redes sociais.
O promotor analisa que o uso massivo da internet também produziu um efeito positivo, de abrir um canal para candidaturas de partidos menores, com menos condições financeiras, igualmente chegarem aos eleitores e se fazerem ouvir, democratizando o debate eleitoral.
A cada eleição, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) publica resoluções para o período. Neste ano, a Corte está na fase de ouvir sugestões para elaborar regras. Na eleição de 2024, a Justiça já ampliou a preocupação com o uso indevido dos recursos da internet, incluindo a vedação da chamada deep fake, expressão que se refere à produção de “conteúdo sintético em formato de áudio, vídeo ou combinação de ambos, que tenha sido gerado ou manipulado digitalmente” para adulteração dos fatos. Esse cuidado não se restringe às equipes de campanha, mas a todo mundo.
Influência da internet nas campanhas eleitorais
A utilização massiva da internet e os recursos da inteligência artificial não mudam o clima acirrado de uma eleição, mas trazem um elemento a mais a ser fiscalizado, na avaliação do coordenador do Núcleo Eleitoral do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), Moisés Casarotto. Ele atua há 18 anos na área eleitoral e conta que os pleitos com os ânimos mais acirrados são os municipais, onde há maiores embates. Neste ano, a disputa será estadual e nacional, com eleição de presidente e governadores e vices, dois senadores em cada estado, deputados federais e integrantes das Assembleias Legislativas.
Em entrevista ao Podcast Na íntegra, o integrante do MPMS recomenda ao eleitor que avalie se um candidato que usa 'de forma sistemática' a mentira merece receber o voto. Casarotto explica as proibições da legislação para o período eleitoral e também orienta o eleitor, que pode se sentir tentado a criar ou mesmo compartilhar conteúdos falsos enaltecendo ou atacando candidatos, que pode cometer crime.
Ele defende que as pessoas se vacinem contra informações falsas, fazendo checagens de conteúdos duvidosos e buscando veículos de comunicação e fontes seguras. Na entrevista, ele também analisa a influência da internet nas campanhas eleitorais. Como as doações por pessoas jurídicas foram proibidas, com objetivo de afastar o abuso de poder econômico, o período oficial de campanha encurtou; entretanto, a pré-campanha acabou ficando maior, com interessados já se posicionando e havendo intensa movimentação nas redes sociais.
O promotor analisa que o uso massivo da internet também produziu um efeito positivo, de abrir um canal para candidaturas de partidos menores, com menos condições financeiras, igualmente chegarem aos eleitores e se fazerem ouvir, democratizando o debate eleitoral.
A cada eleição, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) publica resoluções para o período. Neste ano, a Corte está na fase de ouvir sugestões para elaborar regras. Na eleição de 2024, a Justiça já ampliou a preocupação com o uso indevido dos recursos da internet, incluindo a vedação da chamada deep fake, expressão que se refere à produção de 'conteúdo sintético em formato de áudio, vídeo ou combinação de ambos, que tenha sido gerado ou manipulado digitalmente' para adulteração dos fatos. Esse cuidado não se restringe às equipes de campanha, mas a todo mundo.
Desafios legais e éticos do período eleitoral
Durante o período eleitoral, a utilização massiva da internet e dos recursos da inteligência artificial trazem desafios legais e éticos que precisam ser fiscalizados de perto. É importante que o eleitor esteja atento às informações que recebe e saiba discernir a verdade da mentira.
De acordo com o coordenador do Núcleo Eleitoral do MPMS, Moisés Casarotto, é fundamental avaliar se um candidato que mente de forma sistemática durante a campanha merece, de fato, receber o voto. Ele ressalta a importância de se vacinar contra informações falsas, verificando a veracidade dos conteúdos e buscando fontes confiáveis.
A legislação eleitoral proíbe a disseminação de fake news e orienta os eleitores a respeitarem os limites, a honra e a imagem dos candidatos. O uso da internet nas campanhas eleitorais trouxe tanto aspectos positivos quanto negativos, abrindo espaço para candidaturas de partidos menores, mas também aumentando a disseminação de notícias falsas.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) publica resoluções para cada período eleitoral, visando regulamentar o uso da internet e coibir práticas indevidas, como a produção de deep fakes. É importante que todos, não apenas as equipes de campanha, estejam atentos e atuem de forma ética durante o processo eleitoral.









