INSS bloqueia favor de varão com microcefalia e mãe vive drama quotidiano

O INSS bloqueia benefício de homem com microcefalia, gerando drama diário para sua mãe. O impacto na vida da família e as dificuldades enfrentadas são evidentes.

Benefício assistencial cessado pelo INSS

O benefício assistencial que garantia a sobrevivência de um homem de 34 anos com hidrocefalia foi cessado pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), devido à necessidade de reavaliação de todos os beneficiários. Com isso, a mãe, Aparecida Alves de Souza, de 57 anos, ficou sem a única renda da casa e tem vivido dias de angústia. O filho, Anderson, tem sequelas de toxoplasmose congênita desde o nascimento, condição que resultou em hidrocefalia e limitações severas.

O benefício de R$ 1.621, no valor de um salário mínimo, era utilizado para manter a casa, comprar alimentos, roupas, remédios, e custear as necessidades básicas do filho. De acordo com Aparecida, o pagamento deveria ter sido depositado no dia 29 de janeiro. Ao procurar o banco, recebeu a informação de que o valor havia sido creditado, mas acabou bloqueado pelo INSS.

Em nota, o INSS informou que houve uma intervenção em todos os benefícios assistenciais para reavaliação, que estão sendo cumpridos. No caso do segurado, o órgão aguarda que a responsável agende a perícia médica e a avaliação social, além de identificar uma solicitação de alteração. Por fim, o INSS orientou que a família acompanhe o andamento do processo pelo aplicativo ou site meu.inss.gov.br.

Impacto na vida da mãe e do filho

O bloqueio do benefício assistencial pelo INSS impactou drasticamente a vida de Aparecida Alves de Souza e de seu filho Anderson, que possui microcefalia e sequelas de toxoplasmose congênita desde o nascimento.

A mãe, responsável por cuidar do filho totalmente dependente, ficou sem a única fonte de renda da casa, resultando em dias de angústia e incertezas.

O benefício de R$ 1.621 era essencial para manter a casa, comprar alimentos, roupas, remédios e custear as necessidades básicas do filho, que requer cuidados especiais.

A luta de Aparecida para reaver o benefício incluiu tentativas frustradas de atualização do CadÚnico e remarcação de perícia médica, evidenciando a burocracia enfrentada pelos beneficiários.

O INSS informou que a reavaliação dos benefícios assistenciais é uma medida em cumprimento de portaria publicada no ano passado, ressaltando a necessidade de atualização periódica dos dados para a manutenção do benefício.

Dificuldades enfrentadas pela família

A família enfrenta sérias dificuldades após o bloqueio do benefício assistencial do homem de 34 anos com hidrocefalia pelo INSS.

A mãe, Aparecida Alves de Souza, de 57 anos, está sem a única renda da casa e tem vivido dias de angústia devido à situação.

O filho, Anderson, que possui sequelas de toxoplasmose congênita, depende totalmente do dinheiro do benefício para suas necessidades básicas.

A última perícia do filho ocorreu há 2 anos e a família agora aguarda uma remarcação para o final de abril, após várias tentativas.

Posicionamento do INSS

O INSS informou que houve uma intervenção em todos os benefícios assistenciais para reavaliação, incluindo o caso do segurado.

O órgão aguarda que a responsável agende a perícia médica e a avaliação social, além de identificar uma solicitação de alteração de procurador/representante legal.

A família foi orientada a acompanhar o andamento do processo pelo aplicativo ou site meu.inss.gov.br, conforme as diretrizes do INSS.

Intervenção do INSS e orientações para acompanhar o processo

O benefício assistencial que garantia a sobrevivência de um homem de 34 anos com hidrocefalia foi cessado pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), devido à necessidade de reavaliação de todos os beneficiários. Com isso, a mãe, Aparecida Alves de Souza, de 57 anos, ficou sem a única renda da casa e tem vivido dias de angústia. O filho, Anderson, tem sequelas de toxoplasmose congênita desde o nascimento, condição que resultou em hidrocefalia e limitações severas.

O benefício de R$ 1.621, no valor de um salário mínimo, era utilizado para manter a casa, comprar alimentos, roupas, remédios, e custear as necessidades básicas do filho. Agora, Aparecida precisa acompanhar o processo de reavaliação do benefício para garantir a continuidade do auxílio.

Em resposta à situação, o INSS informou que é necessário agendar uma perícia médica e avaliação social, e identificar a solicitação de alteração de procurador/representante legal. A família pode acompanhar o andamento do processo pelo aplicativo ou site meu.inss.gov.br. É importante ressaltar que a reavaliação periódica é uma condição para a manutenção do benefício, devendo ser realizada a cada dois anos.

Fonte: https://www.campograndenews.com.br

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