O adiamento do júri de feminicídio em Campo Grande, devido à necessidade de uma nova perícia, adia a busca por justiça diante da acusação grave.
Acusação de feminicídio
O julgamento de Edvan da Silva Rodrigues, acusado de matar a ex-companheira Bruna dos Santos Maroto, aos 26 anos, foi adiado nesta sexta-feira (13) pelo Tribunal de Justiça de Campo Grande.
O adiamento do júri de feminicídio ocorreu devido a questões processuais e a defesa do réu solicitou mais tempo para se preparar para o julgamento.
Adiamento do julgamento
O julgamento de Edvan da Silva Rodrigues, acusado de matar a ex-companheira Bruna dos Santos Maroto, aos 26 anos, foi adiado nesta sexta-feira (13) pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul.
O adiamento do júri de feminicídio em Campo Grande se deu devido a questões processuais e ainda não foi marcada uma nova data para o julgamento.
Nova perícia necessária
O julgamento de Edvan da Silva Rodrigues, acusado de matar a ex-companheira Bruna dos Santos Maroto, aos 26 anos, foi adiado nesta sexta-feira (13) pelo Tribunal de Justiça de Campo Grande. O adiamento ocorreu devido à necessidade de uma nova perícia no caso de feminicídio.
A nova perícia foi solicitada pela defesa de Edvan da Silva Rodrigues e será realizada por peritos especializados. A data para a realização da nova perícia e a definição de uma nova data para o júri ainda não foram divulgadas.
Caso de violência contra a mulher
O julgamento de Edvan da Silva Rodrigues, acusado de matar a ex-companheira Bruna dos Santos Maroto, aos 26 anos, foi adiado nesta sexta-feira (13) pelo Tribunal de Justiça de Campo Grande.
O adiamento do júri de feminicídio gerou revolta e indignação por parte de familiares e ativistas que lutam contra a violência doméstica e o feminicídio no Brasil.









