A temporada de chuva tem atrasado serviços na cidade, resultando no surgimento de buracos nas vias. Diante disso, foi anunciada uma força-tarefa de tapa-buracos com prazo de 90 dias para enfrentar os desafios causados pelas condições climáticas.
Temporada de chuva e surgimento de buracos
A temporada de chuva já não é mais novidade em Campo Grande — e os buracos que surgiram com ela também não. Há dias, motoristas, motociclistas e ciclistas convivem com ruas castigadas, desvios improvisados e trechos onde dirigir exige atenção redobrada para evitar prejuízos e acidentes.
O que surge agora como informação nova é o prazo: segundo a Prefeitura, serão necessários até 90 dias para concluir a operação de tapa-buraco e reduzir de forma significativa os danos espalhados pela malha viária da Capital. A sequência de temporais tem dificultado o avanço dos serviços. A cada chuva forte, parte do trabalho precisa ser refeito, já que a enxurrada frequentemente arrasta a massa asfáltica aplicada antes que ela consiga fixação adequada no solo.
Mesmo com as condições climáticas desfavoráveis, o município afirma manter uma força-tarefa diária nas ruas. Atualmente, sete equipes, ligadas a três empresas contratadas, atuam simultaneamente em diferentes regiões da cidade. A média divulgada pela prefeitura é de 2,5 mil buracos tampados por dia, com prioridade para avenidas de maior fluxo e pontos considerados críticos.
O prazo de três meses, porém, está diretamente ligado ao comportamento do clima. Enquanto o período chuvoso persistir, novos danos ao pavimento podem surgir quase na mesma velocidade em que os reparos são realizados. Para quem circula pela cidade, a sensação ainda é de obra permanente. Entre remendos recentes e novos buracos abertos pela chuva, Campo Grande atravessa mais uma vez o ciclo típico do verão: água em excesso, asfalto fragilizado e paciência testada no trânsito diário.
Operação de tapa-buraco com prazo de 90 dias
A temporada de chuva já não é mais novidade em Campo Grande — e os buracos que surgiram com ela também não. Há dias, motoristas, motociclistas e ciclistas convivem com ruas castigadas, desvios improvisados e trechos onde dirigir exige atenção redobrada para evitar prejuízos e acidentes.
O que surge agora como informação nova é o prazo: segundo a Prefeitura, serão necessários até 90 dias para concluir a operação de tapa-buraco e reduzir de forma significativa os danos espalhados pela malha viária da Capital. A sequência de temporais tem dificultado o avanço dos serviços. A cada chuva forte, parte do trabalho precisa ser refeito, já que a enxurrada frequentemente arrasta a massa asfáltica aplicada antes que ela consiga fixação adequada no solo.
Mesmo com as condições climáticas desfavoráveis, o município afirma manter uma força-tarefa diária nas ruas. Atualmente, sete equipes, ligadas a três empresas contratadas, atuam simultaneamente em diferentes regiões da cidade. A média divulgada pela prefeitura é de 2,5 mil buracos tampados por dia, com prioridade para avenidas de maior fluxo e pontos considerados críticos.
O prazo de três meses, porém, está diretamente ligado ao comportamento do clima. Enquanto o período chuvoso persistir, novos danos ao pavimento podem surgir quase na mesma velocidade em que os reparos são realizados. Para quem circula pela cidade, a sensação ainda é de obra permanente. Entre remendos recentes e novos buracos abertos pela chuva, Campo Grande atravessa mais uma vez o ciclo típico do verão: água em excesso, asfalto fragilizado e paciência testada no trânsito diário.
Desafios causados pelas condições climáticas
A temporada de chuva já não é mais novidade em Campo Grande — e os buracos que surgiram com ela também não. Há dias, motoristas, motociclistas e ciclistas convivem com ruas castigadas, desvios improvisados e trechos onde dirigir exige atenção redobrada para evitar prejuízos e acidentes. O que surge agora como informação nova é o prazo: segundo a Prefeitura, serão necessários até 90 dias para concluir a operação de tapa-buraco e reduzir de forma significativa os danos espalhados pela malha viária da Capital. A sequência de temporais tem dificultado o avanço dos serviços. A cada chuva forte, parte do trabalho precisa ser refeito, já que a enxurrada frequentemente arrasta a massa asfáltica aplicada antes que ela consiga fixação adequada no solo.
Mesmo com as condições climáticas desfavoráveis, o município afirma manter uma força-tarefa diária nas ruas. Atualmente, sete equipes, ligadas a três empresas contratadas, atuam simultaneamente em diferentes regiões da cidade. A média divulgada pela prefeitura é de 2,5 mil buracos tampados por dia, com prioridade para avenidas de maior fluxo e pontos considerados críticos. O prazo de três meses, porém, está diretamente ligado ao comportamento do clima. Enquanto o período chuvoso persistir, novos danos ao pavimento podem surgir quase na mesma velocidade em que os reparos são realizados. Para quem circula pela cidade, a sensação ainda é de obra permanente. Entre remendos recentes e novos buracos abertos pela chuva, Campo Grande atravessa mais uma vez o ciclo típico do verão: água em excesso, asfalto fragilizado e paciência testada no trânsito diário.
Força-tarefa diária com 2,5 mil buracos tampados por dia
A temporada de chuva já não é mais novidade em Campo Grande — e os buracos que surgiram com ela também não. Há dias, motoristas, motociclistas e ciclistas convivem com ruas castigadas, desvios improvisados e trechos onde dirigir exige atenção redobrada para evitar prejuízos e acidentes. O que surge agora como informação nova é o prazo: segundo a Prefeitura, serão necessários até 90 dias para concluir a operação de tapa-buraco e reduzir de forma significativa os danos espalhados pela malha viária da Capital.
Mesmo com as condições climáticas desfavoráveis, o município afirma manter uma força-tarefa diária nas ruas. Atualmente, sete equipes, ligadas a três empresas contratadas, atuam simultaneamente em diferentes regiões da cidade. A média divulgada pela prefeitura é de 2,5 mil buracos tampados por dia, com prioridade para avenidas de maior fluxo e pontos considerados críticos.
O prazo de três meses, porém, está diretamente ligado ao comportamento do clima. Enquanto o período chuvoso persistir, novos danos ao pavimento podem surgir quase na mesma velocidade em que os reparos são realizados. Para quem circula pela cidade, a sensação ainda é de obra permanente. Entre remendos recentes e novos buracos abertos pela chuva, Campo Grande atravessa mais uma vez o ciclo típico do verão: água em excesso, asfalto fragilizado e paciência testada no trânsito diário.
Força-tarefa diária com 2,5 mil buracos tampados por dia
Mesmo com as condições climáticas desfavoráveis, o município afirma manter uma força-tarefa diária nas ruas.
Atualmente, sete equipes, ligadas a três empresas contratadas, atuam simultaneamente em diferentes regiões da cidade.
A média divulgada pela prefeitura é de 2,5 mil buracos tampados por dia, com prioridade para avenidas de maior fluxo e pontos considerados críticos.










