A presença de Deborah Nazareh na Bienal de Arquitetura Brasileira destaca-se pelo projeto Casa Ñandejara, que busca estabelecer uma conexão profunda com a identidade sul-mato-grossense. Sua participação representa o estado de Mato Grosso do Sul na BAB 2026, trazendo uma proposta arquitetônica inovadora e significativa para a região.
Projeto Casa Ñandejara: conexão com identidade sul-mato-grossense
A arquiteta Deborah Nazareh, do estúdio DNA – Arquitetura, Design e Imaginação, irá marcar presença na 1ª Bienal de Arquitetura Brasileira (BAB) com o projeto Casa Ñandejara, que busca conectar arquitetura contemporânea com a identidade sul-mato-grossense.
O projeto Casa Ñandejara propõe uma arquitetura que reflete a cultura e espiritualidade da região, sendo um refúgio espiritual que traduz em forma e atmosfera a intensidade da identidade local. A proposta vai além do aspecto estético, buscando expressar o território e a alma do Mato Grosso do Sul.
Com um partido arquitetônico baseado em fluidez e contemplação, a Casa Ñandejara apresenta uma arquitetura pensada como percurso, com sensações orgânicas e uma experiência que convida à pausa. O projeto mergulha em referências artísticas e simbólicas regionais, representando de forma contemporânea a diversidade cultural do estado.
A participação de Deborah Nazareh na Bienal de Arquitetura Brasileira destaca a importância e a potência cultural do Mato Grosso do Sul no cenário nacional, mostrando que o estado não é apenas coadjuvante, mas sim protagonista quando se trata de criatividade e design arquitetônico.
Participação de MS na BAB 2026
Mato Grosso do Sul estará presente na 1ª Bienal de Arquitetura Brasileira (BAB) com o projeto Casa Ñandejara, desenvolvido pela arquiteta Deborah Nazareh do estúdio DNA – Arquitetura, Design e Imaginação. A proposta busca conectar arquitetura contemporânea, referências regionais e a cultura sul-mato-grossense.
A BAB 2026 acontecerá de 25 de março a 30 de abril de 2026, no Pavilhão das Culturas Brasileiras (Pacubra), no Parque Ibirapuera, em São Paulo (SP). O projeto Casa Ñandejara reflete a identidade local e a espiritualidade, representando o estado de Mato Grosso do Sul de forma única e contemporânea.
Importância da Participação de MS na BAB
A participação de Deborah Nazareh na Bienal destaca a relevância de Mato Grosso do Sul no cenário da arquitetura nacional. Ao apresentar a Casa Ñandejara, o estado ganha visibilidade e representa sua criatividade, território e potência cultural no design e na arquitetura.
Proposta arquitetônica da Casa Ñandejara
A arquiteta Deborah Nazareh, do estúdio DNA – Arquitetura, Design e Imaginação, participará da 1ª Bienal de Arquitetura Brasileira (BAB) com o projeto Casa Ñandejara.
A proposta arquitetônica da Casa Ñandejara busca conectar arquitetura contemporânea, referências regionais e a cultura sul-mato-grossense, trazendo uma identidade única ao projeto.
O nome 'Ñandejara', de origem tupi-guarani, significa 'nosso Deus' e reflete a história, cultura e espiritualidade locais, sendo um espaço de encontro com a essência e a intensidade da identidade do Mato Grosso do Sul.
A Casa Ñandejara se destaca por sua fluidez, contemplação e conexão com o território, representando uma materialização contemporânea da rica fusão de cultura, arte, natureza e identidade do estado.
O projeto apresenta uma estética marcada por tons terrosos, madeira, curvas e uma atmosfera acolhedora, com espaços integrados que convidam à circulação fluida e à integração entre os usos.
A participação de Deborah Nazareh na Bienal reforça a potência cultural e criativa de Mato Grosso do Sul no cenário nacional, colocando o estado no mapa da arquitetura brasileira.
Representatividade de MS na arquitetura nacional
Mato Grosso do Sul estará representado na 1ª Bienal de Arquitetura Brasileira com um projeto que vai além da estética, carregando consigo identidade e simbolismo. A arquiteta Deborah Nazareh, do estúdio DNA – Arquitetura, Design e Imaginação, apresenta o projeto Casa Ñandejara, que mescla arquitetura contemporânea com referências regionais e a cultura sul-mato-grossense.
A Casa Ñandejara, que significa "nosso Deus" em tupi-guarani, é uma materialização da alma sul-mato-grossense, representando a fusão de cultura, arte, natureza e identidade única do estado. Com uma linguagem contemporânea, o projeto busca expressar o território e a essência local, sendo mais do que apenas uma estrutura arquitetônica.
A proposta arquitetônica da Casa Ñandejara se destaca pela fluidez, contemplação e sensações orgânicas, convidando à pausa e refletindo o imaginário do Pantanal e as camadas culturais de Mato Grosso do Sul. Com elementos como tons terrosos, madeira e curvas, o projeto cria uma atmosfera acolhedora, integrando espaços e usos de forma fluida.
A presença de Deborah Nazareh na Bienal de Arquitetura Brasileira reforça a importância de colocar Mato Grosso do Sul no mapa da arquitetura nacional. Projetos como a Casa Ñandejara levam consigo uma narrativa rica, representando o Pantanal, a ancestralidade, os materiais e o modo de vida local.










