Resguardo afirma que morte na Máxima foi homicídio e ofídio apuração rigorosa

A defesa alega que a morte na Máxima foi um homicídio e exige uma investigação rigorosa. Há suspeitas de assassinato dentro da unidade prisional e simulação de suicídio, além de relatos de medo e risco de morte por parte do cliente, que possui histórico de tentativa de homicídio anterior.

Alegação de assassinato dentro da unidade prisional e simulação de suicídio

A defesa de Everton Gomes Rodrigues, encontrado morto na sexta-feira (20) na Máxima de Campo Grande, alega que ele foi assassinado dentro da unidade prisional e que houve uma simulação de suicídio. A advogada Étila Guedes afirma que Everton vinha relatando medo e risco de morte, inclusive durante audiência de custódia após sua prisão por porte de arma.

Segundo a defesa, Everton nunca tiraria a própria vida e estava ansioso para sair da prisão o mais rápido possível. Ele havia sido preso em dezembro de 2025 por porte de arma e desde então vinha sofrendo ameaças. A defesa argumenta que Everton estava se mantendo afastado da criminalidade e que o rompimento com o meio criminoso teria provocado as ameaças que ele vinha relatando.

Além disso, a defesa destaca que Everton já havia cumprido a maior parte de sua pena e pedia a aplicação de medidas cautelares alternativas. A prisão em regime fechado, segundo os advogados, não cumpria função preventiva nem educativa e o expôs a riscos. A defesa afirma que não defende crimes, mas o direito do ser humano, e ressalta que Everton era pai de quatro filhos.

Tentativa de homicídio

Everton também foi denunciado por tentativa de homicídio qualificado, mas a defesa afirma que ele foi absolvido da acusação. Os advogados argumentam que a prisão em regime fechado não era a melhor opção para o caso e pediram medidas cautelares alternativas, como o monitoramento eletrônico e proibição de portar arma.

Relato de medo e risco de morte por parte do cliente

A defesa de Everton Gomes Rodrigues, encontrado morto na Máxima de Campo Grande, sustenta que ele foi assassinado dentro da unidade prisional e que houve simulação de suicídio. A advogada Étila Guedes afirma que o cliente vinha relatando medo e risco de morte.

Na audiência de custódia, Everton informou ao juiz que estava sendo ameaçado e que corria risco dentro do presídio. A defesa pediu liberdade provisória, alegando insegurança, mas o pedido não foi atendido. Everton havia sido preso por porte de arma e a defesa argumentou que a abordagem policial foi baseada em percepções subjetivas, pedindo a revogação da preventiva.

Os advogados destacaram o histórico de Everton, ressaltando que ele vinha se mantendo afastado da criminalidade. A defesa afirma que a prisão em regime fechado não cumpria função preventiva nem educativa e pediu a aplicação de medidas cautelares alternativas. O sepultamento está marcado para este sábado, no Cemitério Parque de Campo Grande. A Agepen informou que está apurando as circunstâncias da morte.

Histórico do cliente e tentativa de homicídio anterior

A defesa de Everton Gomes Rodrigues, de 38 anos, encontrado morto na sexta-feira (20), em cela do Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho, a Máxima de Campo Grande, sustenta que ele foi assassinado dentro da unidade prisional e que houve simulação de suicídio.

A advogada Étila Guedes afirma que o cliente vinha relatando medo e risco de morte. Segundo ela, na audiência de custódia realizada após a prisão por porte de arma, Everton informou ao juiz que estava sendo ameaçado e que corria risco dentro do presídio. A defesa pediu liberdade provisória, alegando insegurança, mas o pedido não foi atendido.

Everton havia sido preso em 10 de dezembro de 2025, no Jardim Seminário, em Campo Grande, após ser flagrado com uma pistola calibre .380, municiada com quatro cartuchos. Ele confessou o porte irregular e disse que vinha sofrendo ameaças contra a própria vida e de familiares.

Os advogados destacaram que Everton já havia cumprido 18 anos, 7 meses e 10 dias de pena, mais de 89% da condenação, com apenas uma falta disciplinar por uso de celular. Desde 26 de setembro de 2023, estava em livramento condicional. A defesa afirma que ele vinha se mantendo afastado da criminalidade e que o rompimento com o meio criminoso teria provocado ameaças.

Ele também chegou a ser denunciado pelo Ministério Público por tentativa de homicídio qualificado, relacionada a um ataque ocorrido em 26 de agosto de 2020, no Jardim Itamaracá. A defesa afirma que ele foi absolvido da acusação que lhe foi atribuída.

Histórico do cliente e tentativa de homicídio anterior

A defesa destaca que Everton Gomes Rodrigues havia sido absolvido de uma acusação de tentativa de homicídio qualificado relacionada a um ataque ocorrido em 2020 no Jardim Itamaracá. Isso reforça a argumentação de que o cliente não teria motivos para cometer suicídio e que a morte na Máxima foi, na verdade, um homicídio.

Pedido de liberdade provisória e medidas cautelares alternativas

A defesa de Everton Gomes Rodrigues, encontrado morto na Máxima de Campo Grande, afirma que ele foi assassinado dentro da unidade prisional e que houve simulação de suicídio. A advogada Étila Guedes alega que o cliente vinha relatando medo e risco de morte, solicitando liberdade provisória devido à insegurança, pedido que não foi atendido.

Everton havia sido preso por porte de arma e a defesa argumentou que a abordagem policial foi baseada em percepções subjetivas. Destacou que ele já havia cumprido grande parte de sua pena, estava em liberdade condicional e mantinha afastamento da criminalidade, o que teria gerado ameaças. Pediram medidas cautelares alternativas, como monitoramento eletrônico e proibição de portar arma.

A defesa ressalta que não defende crimes, mas o direito do ser humano, enfatizando que Everton era pai de quatro filhos. O sepultamento está programado e a Agepen está apurando as circunstâncias da morte.

Sepultamento e investigação das circunstâncias da morte

A defesa de Everton Gomes Rodrigues, encontrado morto na Máxima de Campo Grande, afirma que ele foi assassinado dentro da unidade prisional e que houve simulação de suicídio. A advogada Étila Guedes sustenta que Everton relatava medo e risco de morte, pedindo liberdade provisória, mas o pedido foi negado.

Segundo a defesa, Everton nunca tiraria a própria vida e estava ansioso para sair da prisão. Ele havia sido preso por porte de arma e alegava estar sofrendo ameaças. Os advogados argumentaram que a prisão em regime fechado não era adequada, pedindo medidas cautelares alternativas. Everton será sepultado neste sábado, no Cemitério Parque de Campo Grande.

Investigação em andamento

O corpo de Everton foi encontrado enforcado na Máxima durante o banho de sol. A Agepen informou que as circunstâncias da morte estão sendo apuradas pela perícia. A defesa cobra uma investigação rigorosa para esclarecer o ocorrido.

Fonte: https://www.campograndenews.com.br

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