A despesa com pessoal em Campo Grande atinge 54,08% da receita, ultrapassando o limite legal. Há projeções de retorno ao limite e preocupações com o endividamento do município.
Despesa com pessoal atinge 54,08% da receita
A Prefeitura de Campo Grande republicou nesta quarta-feira (4) o Relatório de Gestão Fiscal referente ao terceiro quadrimestre de 2025, apresentando dados consolidados das contas públicas.
Segundo o relatório, a despesa total com pessoal do Poder Executivo atingiu cerca de R$ 2,92 bilhões, o que representa 54,08% da Receita Corrente Líquida ajustada do município, estimada em aproximadamente R$ 5,46 bilhões.
O limite de comprometimento da receita com pessoal para o Executivo municipal é de 54%, conforme a Lei de Responsabilidade Fiscal, e o percentual registrado no relatório fica muito próximo desse teto, com diferença de 0,08 ponto percentual.
O próprio documento prevê uma projeção de retorno gradual ao limite legal, indicando a necessidade de redução do índice para cumprir novamente o percentual máximo permitido pela legislação fiscal.
Especialistas em finanças públicas ressaltam que a proximidade com o limite não implica em situação ilegal, uma vez que a legislação prevê mecanismos de ajuste e prazos para adequação dos gastos quando o percentual se aproxima ou ultrapassa o teto.
Endividamento e transparência
Além das despesas com servidores, o relatório também traz dados sobre o endividamento do município, que foi calculado em cerca de R$ 488,8 milhões ao final do período, correspondendo a 8,95% da receita corrente líquida ajustada.
A dívida consolidada líquida de Campo Grande está muito abaixo do limite estabelecido pelo Senado Federal, que permite endividamento de até 120% da receita.
O município realizou cerca de R$ 18,2 milhões em operações de crédito no período, equivalente a 0,33% da receita corrente líquida ajustada, percentual abaixo do limite permitido para esse tipo de contratação.
A republicação do relatório foi realizada após ajustes no balanço geral de 2025, visando garantir maior precisão e transparência nas informações fiscais, conforme informado no próprio documento.
Legislação e transparência fiscal
O Relatório de Gestão Fiscal é uma exigência da Lei de Responsabilidade Fiscal e deve ser publicado periodicamente pelos entes públicos para demonstrar a situação das contas e o cumprimento dos limites legais de gastos e endividamento.
Projeção de retorno ao limite legal
A Prefeitura de Campo Grande republicou o Relatório de Gestão Fiscal referente ao terceiro quadrimestre de 2025, apresentando dados consolidados das contas públicas, incluindo gastos com servidores. A despesa total com pessoal do Poder Executivo atingiu cerca de R$ 2,92 bilhões, representando 54,08% da Receita Corrente Líquida ajustada do município, próxima ao limite legal de 54% estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
O relatório também traz uma projeção de retorno ao limite legal, indicando que o município deve reduzir gradualmente o índice de comprometimento da receita com pessoal. Especialistas destacam que a proximidade com o limite não configura ilegalidade, sendo previstos mecanismos de ajuste e prazos para adequação dos gastos.
Endividamento do município
A Prefeitura de Campo Grande republicou nesta quarta-feira (4), em edição extra do Diogrande, o Relatório de Gestão Fiscal referente ao terceiro quadrimestre de 2025. O documento apresenta dados consolidados das contas públicas, incluindo receita, endividamento e gastos com servidores.
Entre os indicadores apresentados, o relatório aponta que a despesa total com pessoal do Poder Executivo alcançou cerca de R$ 2,92 bilhões no período analisado, representando 54,08% da Receita Corrente Líquida ajustada do município, estimada em aproximadamente R$ 5,46 bilhões.
Endividamento do município
A dívida consolidada líquida de Campo Grande foi calculada em cerca de R$ 488,8 milhões ao final do período, correspondendo a 8,95% da receita corrente líquida ajustada. Esse índice está muito abaixo do limite estabelecido pelo Senado Federal, que permite endividamento de até 120% da receita.
O município realizou cerca de R$ 18,2 milhões em operações de crédito no período, equivalente a 0,33% da receita corrente líquida ajustada, percentual bem inferior ao limite permitido para esse tipo de contratação.
A republicação do relatório ocorreu após ajustes realizados no encerramento do balanço geral do município de 2025, com o objetivo de garantir maior precisão e transparência nas informações fiscais.
Operações de crédito e endividamento abaixo do limite
A Prefeitura de Campo Grande republicou nesta quarta-feira (4), em edição extra do Diogrande (Diário Oficial de Campo Grande), o Relatório de Gestão Fiscal referente ao terceiro quadrimestre de 2025. O documento apresenta dados consolidados das contas públicas, incluindo receita, endividamento e gastos com servidores.
O relatório aponta que a despesa total com pessoal do Poder Executivo atingiu cerca de R$ 2,92 bilhões, representando 54,08% da Receita Corrente Líquida ajustada do município, estimada em aproximadamente R$ 5,46 bilhões. O limite de comprometimento da receita com pessoal para o Executivo municipal é de 54%, e o percentual registrado no relatório está muito próximo desse teto, com diferença de 0,08 ponto percentual.
O próprio documento apresenta uma projeção de retorno gradual ao limite legal, indicando que o município deve reduzir o índice até atingir novamente o percentual máximo permitido pela legislação fiscal. A proximidade com o limite não significa situação ilegal, pois a legislação prevê mecanismos de ajuste e prazos para adequação dos gastos.
Além das despesas com servidores, o relatório traz dados sobre o endividamento do município. A dívida consolidada líquida de Campo Grande foi calculada em cerca de R$ 488,8 milhões, correspondendo a 8,95% da receita corrente líquida ajustada, muito abaixo do limite estabelecido pelo Senado Federal, que permite endividamento de até 120% da receita.
O documento também informa que o município realizou cerca de R$ 18,2 milhões em operações de crédito, equivalente a 0,33% da receita corrente líquida ajustada, percentual bem inferior ao limite permitido para esse tipo de contratação. A republicação do relatório ocorreu após ajustes realizados no encerramento do balanço geral de 2025, visando garantir maior precisão e transparência nas informações fiscais.
O Relatório de Gestão Fiscal é uma exigência da Lei de Responsabilidade Fiscal e deve ser publicado periodicamente pelos entes públicos para demonstrar a situação das contas e o cumprimento dos limites legais de gastos e endividamento.










