O dólar à vista atingiu seu menor valor desde novembro, fechando em R$ 5,27. O desempenho do dólar comercial, as expectativas em relação à Superquarta e o impacto das tensões geopolíticas são os principais pontos em destaque.
Desempenho do dólar comercial
O dólar comercial caiu pela quarta vez seguida e fechou a R$ 5,27 nesta segunda-feira (26), com recuo de 0,13%, atingindo o menor valor desde novembro. No acumulado do mês e do ano, o dólar registra queda de 3,81%. Na semana, a baixa foi de 0,13%.
O Ibovespa, principal índice da B3 (Bolsa de Valores do Brasil), encerrou o dia em queda de 0,08%, aos 178.721 pontos, interrompendo uma sequência de cinco sessões de alta. Apesar do recuo diário, o índice acumula avanço de 11,01% no mês e no ano.
Investidores aguardam a Superquarta, data em que o Fed (Federal Reserve) e o Banco Central do Brasil anunciam suas decisões sobre juros. A expectativa é de manutenção das taxas, entre 3,50% e 3,75% nos EUA e em 15% ao ano no Brasil. O ambiente externo também influenciou, com tensões geopolíticas e ameaças comerciais dos Estados Unidos.
Expectativas em relação à Superquarta
O dólar à vista atingiu nesta segunda-feira (26) o menor valor desde novembro, fechando a R$ 5,27. O recuo de 0,13% ocorreu em meio às expectativas em relação à Superquarta, data que reunirá decisões de juros tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos, além do aumento das tensões geopolíticas.
No acumulado do mês e do ano, o dólar apresenta uma queda de 3,81%, enquanto na semana a baixa foi de 0,13%. Por outro lado, o Ibovespa, principal índice da B3, encerrou o dia em queda de 0,08%, aos 178.721 pontos, interrompendo uma sequência de cinco sessões de alta. Apesar disso, o índice acumula um avanço de 11,01% no mês e no ano.
No cenário econômico, os investidores aguardam ansiosamente a Superquarta, momento em que o Federal Reserve (Fed) dos Estados Unidos e o Banco Central do Brasil anunciarão suas decisões sobre juros. A expectativa é de que as taxas sejam mantidas entre 3,50% e 3,75% nos EUA e em 15% ao ano no Brasil.
Impacto das tensões geopolíticas
O dólar à vista atingiu o menor valor desde novembro, fechando a R$ 5,27 nesta segunda-feira (26), em meio às expectativas em torno da Superquarta, que reúne decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos, e ao aumento das tensões geopolíticas.
Com essa queda de 0,13%, a moeda americana acumula um recuo de 3,81% no mês e no ano. Além disso, o Ibovespa, principal índice da B3, encerrou o dia em queda de 0,08%, interrompendo uma sequência de cinco sessões de alta, mas ainda com um avanço de 11,01% no acumulado do mês e do ano.
Impacto das tensões geopolíticas
No cenário econômico atual, as tensões geopolíticas têm exercido uma influência significativa nos mercados financeiros, contribuindo para a volatilidade do dólar e do Ibovespa.
A ameaça do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor tarifas de 100% ao Canadá em caso de acordos comerciais com a China, juntamente com a divulgação da nova Estratégia Nacional de Defesa dos EUA, têm gerado incertezas e impactado as perspectivas de crescimento econômico global.
Cenário econômico e decisões sobre juros
O dólar comercial caiu pela quarta vez seguida e fechou a R$ 5,27 nesta segunda-feira (26), com recuo de 0,13%, atingindo o menor patamar desde novembro. No acumulado do mês e do ano, a moeda americana registra queda de 3,81%. Na semana, a baixa foi de 0,13%.
O Ibovespa, principal índice da B3 (Bolsa de Valores do Brasil), encerrou o dia em queda de 0,08%, aos 178.721 pontos, interrompendo uma sequência de cinco sessões de alta. Apesar do recuo diário, o índice acumula avanço de 11,01% no mês e no ano.
No cenário econômico, investidores aguardam a Superquarta, quando o Fed (Federal Reserve) e o Banco Central do Brasil anunciam suas decisões sobre juros. A expectativa do mercado aponta para a manutenção das taxas, entre 3,50% e 3,75% nos EUA e em 15% ao ano no Brasil.
O ambiente externo também teve impacto nos mercados, com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçando impor tarifas de 100% ao Canadá em caso de acordos comerciais com a China. Além disso, o governo americano divulgou uma nova Estratégia Nacional de Defesa para ampliar sua influência econômica e militar no Hemisfério Ocidental.
O mercado manteve a estimativa de crescimento do PIB em 1,8% e passou a prever o dólar a R$ 5,51 ao final do próximo ano.










