A alta do dólar comercial para R$ 5,22, a inflação nos EUA e as especulações sobre as taxas de juros estão impactando o mercado. Enquanto isso, o desempenho do Ibovespa no mercado brasileiro também é afetado.
Dólar comercial atinge R$ 5,22
O dólar comercial encerrou o pregão desta sexta-feira (13) cotado a R$ 5,22, registrando uma alta de 0,57%. Esse movimento foi impulsionado pelos novos dados de inflação ao consumidor nos Estados Unidos e pelo desempenho dos mercados. Enquanto isso, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, apresentou recuo ao longo do dia em São Paulo.
Nos EUA, o índice de preços ao consumidor subiu 0,2% em janeiro, ficando abaixo das expectativas do mercado e representando uma desaceleração em relação a dezembro, quando a alta foi de 0,3%. Esse resultado indica uma inflação ainda acima da meta do Fed (Federal Reserve), o banco central americano, o que mantém especulações sobre taxas de juros elevadas por mais tempo.
Inflação nos EUA e especulações sobre taxas de juros
O dólar comercial encerrou nesta sexta-feira (13) cotado a R$ 5,22, alta de 0,57%, impulsionado por novos dados de inflação ao consumidor nos Estados Unidos e pelo desempenho dos mercados, enquanto o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, recuava ao longo do pregão em São Paulo (SP). Nos EUA, o índice de preços ao consumidor subiu 0,2% em janeiro, abaixo da expectativa do mercado e representando desaceleração frente a dezembro, quando a alta foi de 0,3%. O resultado indica inflação ainda acima da meta do Fed (Federal Reserve), o banco central americano, e mantém especulações sobre taxas de juros elevadas por mais tempo.
No Brasil, o IGP-10 (Índice Geral de Preços 10) registrou queda de 0,42% em fevereiro, resultado abaixo das projeções de mercado e que ampliou o acumulado negativo em 12 meses para 2,25%, segundo dados da FGV (Fundação Getúlio Vargas). O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) também informou que as vendas no varejo recuaram 0,4% em dezembro ante o mês anterior, com alta de 2,3% na comparação anual. Analistas destacaram que os indicadores internacionais e domésticos influenciaram o fluxo de investimentos, pressionando os ativos de risco.
Desempenho do Ibovespa no mercado brasileiro
O desempenho do Ibovespa no mercado brasileiro foi impactado pela alta do dólar comercial, que encerrou em R$ 5,22 nesta sexta-feira (13), com aumento de 0,57%. Esta valorização foi impulsionada pelos novos dados de inflação ao consumidor nos Estados Unidos, que indicaram uma desaceleração em relação ao mês anterior.
No Brasil, o IGP-10 registrou uma queda de 0,42% em fevereiro, ficando abaixo das projeções de mercado e ampliando o acumulado negativo em 12 meses para 2,25%. Além disso, o IBGE informou que as vendas no varejo recuaram 0,4% em dezembro. Estes indicadores domésticos, somados aos internacionais, influenciaram o fluxo de investimentos no mercado brasileiro, pressionando os ativos de risco.
Resultados econômicos no Brasil e influência nos investimentos
O dólar comercial encerrou nesta sexta-feira (13) cotado a R$ 5,22, alta de 0,57%, impulsionado por novos dados de inflação ao consumidor nos Estados Unidos e pelo desempenho dos mercados, enquanto o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, recuava ao longo do pregão em São Paulo (SP). Nos EUA, o índice de preços ao consumidor subiu 0,2% em janeiro, abaixo da expectativa do mercado e representando desaceleração frente a dezembro, quando a alta foi de 0,3%. O resultado indica inflação ainda acima da meta do Fed (Federal Reserve), o banco central americano, e mantém especulações sobre taxas de juros elevadas por mais tempo. No Brasil, o IGP-10 (Índice Geral de Preços 10) registrou queda de 0,42% em fevereiro, resultado abaixo das projeções de mercado e que ampliou o acumulado negativo em 12 meses para 2,25%, segundo dados da FGV (Fundação Getúlio Vargas). O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) também informou que as vendas no varejo recuaram 0,4% em dezembro ante o mês anterior, com alta de 2,3% na comparação anual. Analistas destacaram que os indicadores internacionais e domésticos influenciaram o fluxo de investimentos, pressionando os ativos de risco. No ambiente corporativo, os investidores reagiram aos balanços de grandes empresas, entre elas Usiminas e Vale, com esta última registrando prejuízo no último trimestre de 2025 após ajustes contábeis. O Banco do Brasil informou calote de R$ 3,6 bilhões que elevou sua inadimplência no período. No exterior, bolsas em Wall Street avançaram, enquanto mercados europeus e asiáticos fecharam majoritariamente em queda, reflexo da cautela diante dos dados econômicos americanos e do feriado do Ano Novo Lunar na China. O dólar acumulou alta de 0,17% na semana e queda de 4,73% no ano, enquanto o Ibovespa registrou variação positiva de 2,63% no período e 16,53% no acumulado anual.










