O empresário conhecido como 'Frescura' foi preso pela 4ª vez por envolvimento em fraudes. A operação Camuflagem revelou esquemas de lavagem de dinheiro e ocultação de bens, evidenciando a complexa estrutura da organização criminosa por trás dos crimes.
Operação Camuflagem e fraudes
O empresário Ueverton da Silva Macedo, conhecido como “Frescura”, foi preso pela quarta vez nesta quinta-feira (dia 26), durante a Operação Camuflagem realizada pelo Gecoc em Sidrolândia, a 71 km de Campo Grande. Esta operação deriva da Tromper, ofensiva contra a corrupção que teve quatro fases entre 2023 e 2025. Em agosto do ano passado, Ueverton foi condenado a 37 anos de prisão.
Apontado como um dos líderes, ele controlava empresas de fachada e coordenava a execução fraudulenta de contratos. Agora, foi alvo por operar um esquema para camuflar bens obtidos com a corrupção. A operação tem como objetivo apurar a prática do crime de lavagem de dinheiro, na modalidade de ocultação e dissimulação de bens, direitos e valores.
Detalhes das prisões anteriores:
A primeira prisão ocorreu em 21 de julho de 2023, quando Ueverton movimentou R$ 10,2 milhões no período de quatro anos. Ele voltou a ser preso em 3 de abril de 2024, sendo posteriormente solto por decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. No entanto, em outubro de 2024, acabou preso novamente por compra de votos antes da eleição.
Lavagem de dinheiro e ocultação de bens
O empresário Ueverton da Silva Macedo, conhecido como "Frescura", voltou a ser preso pela quarta vez nesta quinta-feira (dia 26), durante uma operação do Gecoc (Grupo Especial de Combate à Corrupção) em Sidrolândia, a 71 km de Campo Grande. Essa nova prisão ocorreu durante a Operação Camuflagem, derivada da Tromper, uma ofensiva contra a corrupção que teve quatro fases entre 2023 e 2025. Em agosto do ano passado, Ueverton foi condenado a 37 anos de prisão.
Apontado como um dos líderes, ele controlava empresas de fachada e coordenava a execução fraudulenta de contratos. Agora, foi alvo por operar um esquema para camuflar bens obtidos com a corrupção. A Operação Camuflagem tem como objetivo apurar a prática do crime de lavagem de dinheiro, na modalidade de ocultação e dissimulação de bens, direitos e valores.
Estrutura criminosa
O Gecoc atuou em apoio à 3ª Promotoria de Justiça da Comarca de Sidrolândia para investigar a organização criminosa de Ueverton. A nova etapa da operação foi autorizada devido à identificação de indícios de que um dos integrantes utilizava uma rede estruturada de apoio para movimentar recursos financeiros, ocultar patrimônio e frustrar medidas judiciais.
Estrutura da organização criminosa
O empresário Ueverton da Silva Macedo, conhecido como “Frescura”, foi preso pela quarta vez nesta quinta-feira (dia 26), durante operação do Gecoc (Grupo Especial de Combate à Corrupção) em Sidrolândia, a 71 km de Campo Grande. A Operação Camuflagem, deflagrada hoje, é derivada da Tromper, ofensiva contra a corrupção que teve quatro fases entre 2023 e 2025. Em agosto do ano passado, Ueverton foi condenado a 37 anos de prisão.
Apontado como um dos líderes, controlava empresas de fachada e coordenava a execução fraudulenta de contratos. Agora, foi alvo por operar um esquema para camuflar bens obtidos com a corrupção. A nova etapa foi autorizada diante da identificação de indícios de que um dos integrantes da organização criminosa já investigada utilizava uma rede estruturada de apoio, composta por pessoas físicas e jurídicas interpostas.
Coleção de prisões
A primeira prisão ocorreu em 21 de julho de 2023. Ueverton movimentou R$ 10,2 milhões no período de quatro anos, conforme a investigação. Ele voltou a ser preso em 3 de abril de 2024, sendo solto dias depois por decisão do TJMS. Em outubro de 2024, acabou preso por compra de votos antes da eleição.
Histórico de prisões de Ueverton da Silva Macedo
O empresário Ueverton da Silva Macedo, conhecido como “Frescura”, voltou a ser preso pela quarta vez nesta quinta-feira (dia 26), durante operação do Gecoc em Sidrolândia, a 71 km de Campo Grande. A prisão faz parte da Operação Camuflagem, derivada da Operação Tromper, que combate a corrupção desde 2023.
A Operação Camuflagem tem como objetivo apurar a prática do crime de lavagem de dinheiro, com foco na ocultação e dissimulação de bens, direitos e valores. Ueverton é apontado como um dos líderes de um esquema que envolvia empresas de fachada e a execução fraudulenta de contratos para camuflar bens obtidos de forma ilícita.
Além disso, a operação identificou uma estrutura de apoio utilizada para movimentar recursos financeiros, ocultar patrimônio e frustrar medidas judiciais de bloqueio e constrição patrimonial. Ueverton já havia sido condenado a 37 anos de prisão em agosto do ano passado por atividades ilícitas.
Sua primeira prisão ocorreu em 21 de julho de 2023, quando foi descoberto que ele movimentou R$ 10,2 milhões em quatro anos. Posteriormente, foi preso em abril de 2024 e solto dias depois, mas acabou sendo preso novamente em outubro do mesmo ano por compra de votos antes de uma eleição.









