Uma operação recente resultou na apreensão de mais de R$ 1 milhão em canetas emagrecedoras nos Correios, evidenciando a crise das "soluções milagrosas" para emagrecimento. A ação foi considerada permanente e causou uma verdadeira explosão no mercado ilegal desses produtos.
Crise das “soluções milagrosas”
Durante a Operação Visa-Protege nos Correios, mais de R$ 1 milhão em medicamentos irregulares, incluindo canetas e ampolas de medicamentos emagrecedores, foram apreendidos. Muitos desses produtos não possuíam registro sanitário, procedência ou controle de segurança, sendo utilizados indiscriminadamente por consumidores em todo o país.
A ação contou com a participação da Anvisa, Correios, CRF/MS, Polícia Civil e SES/MS, e teve como objetivo combater a venda ilegal de canetas emagrecedoras, que têm causado danos à saúde dos consumidores.
Além disso, a Anvisa tem intensificado a proibição de produtos sem registro, especialmente aqueles comercializados como soluções milagrosas para perda de peso. A fiscalização visa coibir a venda de medicamentos injetáveis clandestinos e substâncias ainda em fase de testes, que não possuem aprovação para uso em nenhum país do mundo.
Embora embalagens sofisticadas e rótulos falsos sejam usados para ludibriar os consumidores, a Vigilância Sanitária alerta para os riscos à saúde causados pela ausência de registro, controle de qualidade e garantia de dose segura desses produtos.
Diante do avanço do comércio ilegal, a SES/MS determinou a criação do Plano de Ação – Operação Visa-Protege, com atuação permanente em locais estratégicos de trânsito de mercadorias, visando proteger a saúde da população e combater a venda de medicamentos irregulares.
Ação permanente
Durante a Operação Visa-Protege nos Correios em Campo Grande, mais de R$ 1 milhão em canetas e ampolas de medicamentos emagrecedores irregulares foram apreendidos, com muitos deles sem registro sanitário, procedência ou controle de segurança.
A força-tarefa envolveu a Anvisa, Correios, CRF/MS, Polícia Civil e SES/MS, visando combater a venda ilegal desses produtos que representam riscos à saúde dos consumidores.
Com valores entre R$ 800 e R$ 1.600 por unidade, podendo chegar a R$ 2.400 ao consumidor final, especialmente na região Nordeste, o total das apreensões ultrapassa R$ 1 milhão.
Crise das “soluções milagrosas”
A Anvisa tem intensificado a proibição de produtos sem registro, especialmente os injetáveis, que são vendidos como soluções rápidas para perda de peso.
Em 2026, a agência foca em medicamentos clandestinos como tirzepatidas e retatrutida, substâncias sem aprovação para uso em nenhum país do mundo.
Embora embalagens sofisticadas e rótulos falsos sejam utilizados para enganar os consumidores, esses produtos representam riscos à saúde, sem rastreabilidade ou garantia de dose segura.
Ação permanente
Diante do avanço do comércio ilegal, a SES/MS criou o Plano de Ação – Operação Visa-Protege, uma iniciativa permanente em locais estratégicos de trânsito de mercadorias.
A fiscalização iniciou nos Correios, destacando a importância de combater a utilização de estruturas públicas para lucros ilegais.
Explosão
Durante a Operação Visa-Protege nos Correios, em Campo Grande, mais de R$ 1 milhão em medicamentos irregulares, incluindo canetas e ampolas de medicamentos emagrecedores, foram apreendidos, retirando esses produtos de circulação.
A ação contou com a participação de órgãos como Anvisa, Correios, CRF/MS, Polícia Civil e SES/MS, resultando na retirada de cerca de mil unidades de produtos sem registro sanitário, procedência ou controle de segurança.
A venda ilegal de canetas emagrecedoras tem causado danos à saúde dos consumidores, levando à intensificação das ações de fiscalização e proibição de produtos sem registro, como as tirzepatidas das marcas TG e Lipoless, e a substância retatrutida, ainda em fase de testes e sem aprovação para uso em qualquer país.
Crise das “soluções milagrosas”
A Anvisa tem combatido intensamente produtos sem registro que são comercializados como soluções rápidas para perda de peso, alertando para embalagens falsas e rótulos enganosos que colocam em risco a saúde dos consumidores.
Ação permanente
Diante do avanço do comércio ilegal, a SES/MS determinou a criação do Plano de Ação – Operação Visa-Protege, com atuação conjunta em locais estratégicos de trânsito de mercadorias, visando impedir a comercialização de produtos irregulares.
Riscos à saúde
Durante a Operação Visa-Protege nos Correios em Campo Grande, mais de R$ 1 milhão em canetas e ampolas de medicamentos emagrecedores foram apreendidos, muitos sem qualquer registro sanitário, procedência ou controle de segurança.
Esses medicamentos irregulares, comercializados como soluções rápidas para perda de peso, representam um sério risco à saúde dos consumidores, com relatos de reações adversas graves e danos à saúde.
A ação contou com a participação de diversas entidades, como a Anvisa, Correios, CRF/MS, Polícia Civil e SES/MS, em uma força-tarefa para combater a venda ilegal desses produtos.
Alerta da Vigilância Sanitária
A Anvisa intensificou a proibição de produtos sem registro, como as tirzepatidas e retatrutida, substâncias sem aprovação para uso em nenhum país do mundo.
Embora vendidos com embalagens sofisticadas e rótulos falsos, esses medicamentos clandestinos representam um perigo adicional devido à ausência de controle de qualidade e garantia de dose segura.
Ação permanente da Vigilância Sanitária
Diante do cenário de comércio ilegal em crescimento, a SES/MS criou o Plano de Ação – Operação Visa-Protege, com atuação conjunta em locais estratégicos de trânsito de mercadorias.
Essa ação permanente visa combater a venda de medicamentos irregulares e proteger a saúde da população, começando pelos Correios para evitar que estruturas públicas sejam utilizadas para atividades ilegais.









