Pacientes enfrentam longas esperas por cirurgias no SUS, resultando em agravamento de doenças e sintomas. A falta de financiamento público para cirurgias de otorrinolaringologia agrava ainda mais a situação dos pacientes.
Demora na realização de cirurgias pelo SUS
Pacientes como a cirurgiã-dentista Jhisely Romero Montalvo e o estudante Carlos Eduardo enfrentam longas esperas por cirurgias pelo SUS, enfrentando agravamento de suas doenças e dependendo de medicação contínua para suportar os problemas de saúde.
Jhisely, indicada para correção de desvio de septo, retirada da hipertrofia dos cornetos e tratamento da sinusite, aguarda há três anos sem previsão de realização da cirurgia, convivendo diariamente com os sintomas e dependendo de remédios para dormir e respirar.
Carlos Eduardo, diagnosticado com desvio de septo, rinite crônica e hipertrofia de cornetos, também aguarda a cirurgia pelo SUS, sofrendo diariamente com dificuldades para respirar e crises alérgicas, sem receber agendamento mesmo após mais de um ano de espera.
Situação Antiga
A situação de longas filas de espera para cirurgias pelo SUS não é recente em Campo Grande, sendo alvo de cobranças do Ministério Público de Mato Grosso do Sul no ano passado, que notificou o poder público e o Hospital São Julião para agilizarem os atendimentos.
Segundo o hospital, ainda não houve melhorias no cenário e a realização das cirurgias depende da renovação dos contratos, deixando pacientes como Jhisely e Carlos Eduardo em espera indefinida.
Pacientes aguardando procedimentos e agravamento de sintomas
Pacientes como Jhisely Romero Montalvo e Carlos Eduardo estão enfrentando longas esperas por cirurgias de otorrinolaringologia no Hospital São Julião, em Campo Grande. Essa demora tem causado o agravamento de seus sintomas e impactado significativamente em suas vidas diárias.
Jhisely, por exemplo, aguarda a cirurgia de correção de desvio de septo, retirada da hipertrofia dos cornetos e tratamento da sinusite há três anos, convivendo diariamente com dificuldades para respirar e dormir, dependendo de medicação contínua para aliviar os sintomas.
Da mesma forma, Carlos Eduardo, estudante de 18 anos, aguarda a cirurgia pelo SUS para tratar desvio de septo, rinite crônica e hipertrofia de cornetos. Sua mãe relata que, apesar do diagnóstico em janeiro de 2024, até o momento não foram contatados para o agendamento da cirurgia, causando sofrimento diário ao jovem.
Esses casos não são isolados e, infelizmente, refletem uma situação antiga de demora no atendimento em otorrinolaringologia na rede pública de Campo Grande. O Ministério Público de Mato Grosso do Sul já havia cobrado a agilização dos procedimentos em abril do ano passado, porém a situação persiste, com o hospital São Julião aguardando a renovação dos contratos para retomar as cirurgias.
Importância da agilidade nos procedimentos
A demora na realização de cirurgias e procedimentos médicos impacta diretamente na qualidade de vida dos pacientes, que enfrentam agravamento de sintomas e dificuldades diárias. Além disso, a espera prolongada pode gerar consequências ainda mais graves para a saúde dos indivíduos.
Falta de financiamento público para cirurgias de otorrinolaringologia
A falta de financiamento público para cirurgias de otorrinolaringologia tem impactado diretamente a vida de pacientes que aguardam anos por procedimentos essenciais. Um exemplo é a cirurgiã-dentista Jhisely Romero Montalvo, de 24 anos, que desde 2023 está na fila de espera para cirurgia no Hospital São Julião, em Campo Grande.
Mesmo após passar por consulta médica e realizar todo o pré-operatório, incluindo exames como raio-X, análises de sangue e eletrocardiograma, Jhisely nunca foi chamada para o procedimento. A paciente convive diariamente com sintomas como dificuldade para respirar e dormir, dependendo de medicação contínua para suportar o problema.
Outro caso é o do estudante Carlos Eduardo, de 18 anos, que aguarda pela cirurgia para correção de desvio de septo, rinite crônica e hipertrofia de cornetos. Mesmo após passar por consulta e exames, ele ainda não recebeu o agendamento para o procedimento. A falta de financiamento público compromete a realização das cirurgias pelo SUS, impactando diretamente a qualidade de vida dos pacientes.
A situação não é recente e já havia sido alvo de cobrança pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul no ano passado. O hospital São Julião informou que aguarda a renovação dos contratos para voltar a realizar as cirurgias, porém, a falta de recursos tem prejudicado a oferta dos procedimentos necessários.
Solicitação do Ministério Público para agilização de consultas e cirurgias
O Ministério Público de Mato Grosso do Sul solicitou a agilização das consultas e cirurgias de otorrinolaringologia na rede pública de Campo Grande, devido à demora no atendimento a pacientes como Jhisely Romero Montalvo e Carlos Eduardo.
Jhisely aguarda há três anos por uma cirurgia de correção de desvio de septo, retirada da hipertrofia dos cornetos e tratamento da sinusite, convivendo diariamente com sintomas e dependendo de medicação contínua para suportar o problema.
Carlos, por sua vez, enfrenta dificuldades para respirar, crises alérgicas constantes e um problema visível no nariz, aguardando a cirurgia pelo SUS desde janeiro de 2024, sem previsão de atendimento.
O Hospital São Julião informou que aguarda a renovação dos contratos para retomar as cirurgias, conforme denúncia feita pelo Ministério Público no ano anterior.
Impacto da falta de contratualização nas cirurgias eletivas
A falta de contratualização de serviços de saúde impacta diretamente na realização de cirurgias eletivas, como é o caso do Hospital São Julião, em Campo Grande. Pacientes como Jhisely Romero Montalvo e Carlos Eduardo esperam há anos por procedimentos cirúrgicos que poderiam melhorar significativamente sua qualidade de vida.
Jhisely, por exemplo, aguarda desde 2023 por uma cirurgia de otorrinolaringologia, convivendo diariamente com sintomas como dificuldade para respirar e dormir, dependendo de medicação contínua para suportar o problema. Carlos, por sua vez, enfrenta crises alérgicas constantes e um problema de desvio de septo, aguardando pelo procedimento pelo SUS.
A situação não é recente e já havia sido alvo de cobrança por parte do Ministério Público de Mato Grosso do Sul, que notificou o hospital e o poder público para agilizarem os atendimentos de otorrinolaringologia na rede pública. Mesmo assim, a falta de contratualização persiste, prejudicando a vida e a saúde dos pacientes aguardando por cirurgias.
Impacto na qualidade de vida dos pacientes
A longa espera por cirurgias eletivas gera um impacto direto na qualidade de vida dos pacientes. Jhisely e Carlos são exemplos claros de como a falta de acesso a procedimentos cirúrgicos pode agravar doenças e sintomas, afetando não só a saúde física, mas também o bem-estar emocional e psicológico.
Desafios na absorção da demanda de cirurgias no Hospital São Julião
Pacientes como a cirurgiã-dentista Jhisely Romero Montalvo e o estudante Carlos Eduardo estão enfrentando longas esperas por cirurgias no Hospital São Julião, em Campo Grande. Jhisely aguarda há três anos por procedimentos para correção de desvio de septo, retirada de hipertrofia dos cornetos e tratamento da sinusite, enquanto Carlos aguarda por cirurgia de desvio de septo, rinite crônica e hipertrofia de cornetos.
Ambos os pacientes dependem do atendimento pelo SUS, já passaram por consultas e exames pré-operatórios, mas nunca foram chamados para as cirurgias. A situação se agrava com o agravamento dos sintomas e a dependência de medicação contínua para alívio dos problemas de saúde.
A falta de financiamento público tem impactado diretamente na realização das cirurgias pelo SUS, o que tem gerado longas filas de espera e agravado a situação dos pacientes que dependem do sistema de saúde.
A situação de espera por cirurgias de otorrinolaringologia no Hospital São Julião é recorrente, com o Ministério Público de Mato Grosso do Sul já tendo cobrado a agilização dos procedimentos no ano anterior. O hospital informou que aguarda a renovação dos contratos para retomar as cirurgias, mas a demora persiste, impactando diretamente na vida e saúde dos pacientes em espera.









