Pagamento de credores do Master e prejuízo para prefeituras

O pagamento de credores do banco Master pelo FGC tem causado prejuízos para prefeituras e institutos de previdência. A diferença no processo de ressarcimento entre pessoas físicas e jurídicas tem levantado questões sobre a responsabilidade das prefeituras nesse cenário.

Liberação de valores pelo FGC para credores do banco Master

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) está liberando valores para aproximadamente 150 mil credores do banco Master que tinham dinheiro investido em CDBs na instituição que passou por liquidação extrajudicial pelo Banco Central.

O FGC ativou um aplicativo para receber pedidos de ressarcimento, registrando 369 mil solicitações até o momento. A condição dos credores comuns é mais confortável devido à garantia do FGC de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ por instituição financeira em caso de quebra do banco.

No entanto, pessoas jurídicas devem fazer o requerimento de ressarcimento pelo site do FGC. A liquidação do banco Master por má gestão acabou prejudicando institutos de previdência em cinco cidades do estado, totalizando um prejuízo de R$ 16,09 milhões.

Prejuízo para prefeituras

As prefeituras das cidades afetadas terão que complementar a falta de créditos para pagamento de aposentadorias e pensões, conforme indicado pela legislação. Institutos municipais que investiram no banco Master terão que explicar suas decisões ao TCE/MS, que abriu uma auditoria especial para avaliar os investimentos e possíveis irregularidades.

Diferença de processo de ressarcimento para pessoas físicas e jurídicas

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) está liberando valores para aproximadamente 150 mil credores do banco Master que tinham investimentos em CDBs na instituição. O ressarcimento está sendo realizado através de um aplicativo para pessoas físicas e pelo Portal do Investidor para pessoas jurídicas.

É importante ressaltar que a condição dos credores comuns é mais confortável devido à existência do FGC, que garante até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ em caso de quebra do banco. No entanto, apenas pessoas físicas podem solicitar o ressarcimento pelo aplicativo, enquanto pessoas jurídicas devem acessar o Portal do Investidor.

A liquidação do banco Master por má gestão resultou em prejuízos para institutos de previdência, que não têm previsão de receber o valor investido. Algumas prefeituras, como Fátima do Sul, São Gabriel do Oeste, Jateí, Angélica e Campo Grande, foram afetadas, totalizando um prejuízo de R$ 16,09 milhões.

As prefeituras afetadas terão que assumir o prejuízo e prestar esclarecimentos ao Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul sobre a escolha do Master para investir recursos previdenciários dos servidores. O TCE irá avaliar as decisões que levaram aos investimentos, possíveis indícios de gestão temerária, imprudente ou negligente, além de eventuais conflitos de interesse.

O FGC estimou inicialmente que cerca de 1,6 milhão de investidores do Master teriam direito a ressarcimento, revisando posteriormente para cerca de 800 mil. O valor total das garantias soma R$ 40,6 bilhões, e o FGC possui liquidez de R$ 125 bilhões, de acordo com dados de novembro de 2025. Os pagamentos estão sendo realizados por transferência para a conta bancária do credor.

Prejuízo para institutos de previdência e responsabilidade das prefeituras

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) está liberando valores para aproximadamente 150 mil credores do banco Master que tinham investimentos em CDBs na instituição que foi liquidada extrajudicialmente. O FGC garante até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ em caso de quebra do banco, proporcionando uma condição mais confortável para os credores comuns.

No entanto, a liquidação do banco trouxe prejuízos para institutos de previdência que buscavam lucros acima da média e agora enfrentam a falta de previsão para receber os valores investidos. Em Mato Grosso do Sul, cinco cidades foram afetadas, totalizando um prejuízo de R$ 16,09 milhões. Diante disso, a União aponta que a legislação estabelece que a falta de créditos para pagamento de aposentadorias e pensões deve ser complementada pelo poder público, ou seja, pelas prefeituras.

Além de arcar com o prejuízo, os institutos municipais terão que prestar esclarecimentos ao Tribunal de Contas sobre a escolha do Master para investir o dinheiro dos servidores destinado à aposentadoria. O TCE irá avaliar as decisões tomadas, investigar possíveis indícios de gestão temerária, imprudente ou negligente, bem como verificar eventuais conflitos de interesse.

Auditoria especial do TCE/MS sobre investimentos nos bancos

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) está liberando valores para aproximadamente 150 mil credores do banco Master que tinham dinheiro investido em CDBs na instituição que passou por liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central. Até o momento, foram registradas 369 mil solicitações de ressarcimento de garantias dos credores através do aplicativo ativado pelo FGC.

A situação dos credores comuns é mais confortável devido à garantia oferecida pelo FGC, que assegura até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição financeira, em caso de quebra do banco. No entanto, apenas pessoas físicas podem solicitar o ressarcimento pelo aplicativo, enquanto pessoas jurídicas devem acessar o Portal do Investidor no site do FGC para realizar o pedido.

A liquidação do banco Master, decorrente de má gestão, resultou em prejuízos para institutos de previdência que investiram visando lucros acima da média. Em algumas cidades do estado, como Fátima do Sul, São Gabriel do Oeste, Jateí, Angélica e Campo Grande, o prejuízo totaliza R$ 16,09 milhões. Diante dessa situação, a União indicou que a falta de créditos para pagamento de aposentadorias e pensões deve ser complementada pelo poder público, ou seja, pelos cofres municipais.

Além de arcar com os prejuízos, os institutos municipais terão que prestar esclarecimentos ao Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul (TCE/MS) sobre a escolha do banco Master para investir o dinheiro dos servidores destinado à aposentadoria. O TCE abriu uma auditoria especial após manifestação do Ministério Público de Contas de Mato Grosso do Sul (MPC/MS), devido à gravidade dos fatos, à relevância dos recursos públicos envolvidos e ao risco de prejuízo ao patrimônio previdenciário dos servidores municipais.

O TCE irá avaliar a sequência de decisões que resultaram nos investimentos, investigar possíveis indícios de gestão temerária, imprudente ou negligente, bem como verificar a existência de eventuais conflitos de interesse. Inicialmente, o FGC estimou que cerca de 1,6 milhão de investidores do Master teriam direito a ressarcimento, mas posteriormente revisou esse número para aproximadamente 800 mil. O valor total das garantias alcança R$ 40,6 bilhões, e o FGC afirmou ter liquidez de R$ 125 bilhões com base em dados de novembro de 2025.

O pagamento aos credores é realizado por transferência para uma conta bancária em nome do próprio beneficiário.

Estimativa de investidores com direito a ressarcimento e valores envolvidos

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) está liberando valores para cerca de 150 mil credores do banco Master que tinham investimentos em CDBs na instituição que foi liquidada extrajudicialmente pelo Banco Central.

Até o momento, o sistema registrou 369 mil solicitações de ressarcimento de garantias dos credores, com o FGC assegurando até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por instituição financeira, em caso de quebra do banco.

A liquidação do banco prejudicou institutos de previdência que investiram em busca de lucros acima da média, como aconteceu em cinco cidades do estado, totalizando R$ 16,09 milhões em prejuízos.

Os institutos municipais terão que explicar ao TCE/MS por que escolheram o Master para investir dinheiro dos servidores reservado à aposentadoria, sendo necessário avaliar possíveis indícios de gestão temerária, imprudente ou negligente, além de eventuais conflitos de interesse.

O FGC estimou inicialmente que cerca de 1,6 milhão de investidores do Master teriam direito a ressarcimento, número depois revisado para cerca de 800 mil, com um valor total das garantias de R$ 40,6 bilhões e liquidez de R$ 125 bilhões disponível para pagamento.

Fonte: https://www.campograndenews.com.br

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