O prédio do último cinema do Centro enfrentou 13 anos de promessas não cumpridas. Com um histórico de ociosidade e promessas, agora está marcado para leilão com valor inicial determinado. A CGU emitiu um alerta sobre o descumprimento das promessas feitas anteriormente.
Histórico de ociosidade e promessas
O antigo Cine Campo Grande, último cinema de rua da Capital, ficou ocioso por 13 anos sob gestão do Sesc, acumulando promessas de revitalização.
Com área construída de 1.307 metros quadrados, o imóvel vai a leilão com lance inicial de R$ 4.944.755,22, após fechar as portas em novembro de 2012.
Após anunciar a aquisição do prédio em 2013 para transformá-lo em centro cultural, o Sesc enfrentou diversos desafios, como a falta de área para estacionamento e projetos com valores impraticáveis.
Embora tenham sido feitas promessas de início das obras para o segundo semestre de 2024, em agosto de 2025 o Sesc informou que não havia novidades sobre o destino do antigo cinema.
Leilão marcado e valor inicial
Com leilão marcado para terminar na próxima terça-feira (dia 24), o antigo Cine Campo Grande, o último cinema de rua da Capital, acumulou 13 anos de ociosidade sob a gestão do Sesc (Serviço Social do Comércio), num histórico de sucessivas promessas de fazer renascer um ponto de cultura na Rua 15 de Novembro. Após mais de uma década, o imóvel, com área construída de 1.307 metros quadrados, vai a leilão com lance inicial de R$ 4.944.755,22. O Cine Campo Grande fechou as portas em novembro de 2012, depois de 30 anos em atividade.
Em 2013, o Sesc anunciou que adquiriu o prédio para um centro cultural. O plano era transformar uma das salas, com capacidade para 300 pessoas, em teatro com direito à caixa cênica, que permitiria a troca de cenários no palco, entre um sobe e desce de estruturas.
Depois de quase dez anos sem destino, a CGU (Controladoria-Geral da União) fez um alerta em 2024 sobre a situação do imóvel, que nos anos de 2017 e 2023 havia registrado princípios de incêndio, atribuídos à ação de vândalos. Em resposta à CGU, a nova promessa foi começar as obras no segundo semestre de 2024. Ao órgão de controle, o Sesc traçou uma linha do tempo. Primeiro, o entrave era a falta de área para estacionamento, constatada em 2015, dois anos depois da compra.
Valor inicial do leilão
O leilão do antigo Cine Campo Grande, com área construída de 1.307 metros quadrados, possui um lance inicial de R$ 4.944.755,22. O encerramento está previsto para a próxima terça-feira (dia 24).
Alerta da CGU e promessas não cumpridas
Com o leilão marcado para encerrar na próxima terça-feira (24), o antigo Cine Campo Grande, o último cinema de rua da Capital, acumulou 13 anos de ociosidade sob a gestão do Sesc (Serviço Social do Comércio), com uma série de promessas não cumpridas para revitalizar o local na Rua 15 de Novembro.
Após mais de uma década de inatividade, o imóvel de 1.307 metros quadrados será leiloado com lance inicial de R$ 4.944.755,22. O Cine Campo Grande encerrou suas atividades em novembro de 2012, após 30 anos em funcionamento.
Em 2013, o Sesc anunciou a aquisição do prédio para transformá-lo em um centro cultural. No entanto, após diversos contratempos, a CGU emitiu um alerta em 2024 devido à situação do imóvel, que sofreu incidentes como princípios de incêndio atribuídos a atos de vandalismo nos anos de 2017 e 2023.
Diante das cobranças da CGU, o Sesc prometeu iniciar as obras no segundo semestre de 2024, após superar obstáculos como a falta de espaço para estacionamento e questões legais relacionadas ao projeto original do edifício.
Apesar de reformulações no projeto e aprovações municipais, a promessa de transformar o antigo cinema em um centro cultural vibrante ainda não se concretizou, deixando em aberto o futuro do emblemático prédio.
Reformulação do projeto e aprovações necessárias
Após 13 anos de promessas e adiamentos, o antigo Cine Campo Grande, último cinema de rua da Capital, está prestes a passar por uma nova fase. Com o leilão marcado para encerrar na próxima terça-feira, dia 24, o imóvel finalmente poderá ter um novo destino.
Após diversas tentativas de transformar o local em um centro cultural, o projeto passou por reformulações ao longo dos anos. Em 2022, a proposta de reforma sem acréscimo de área foi aprovada pela prefeitura, e a GDU (Guia de Diretrizes Urbanísticas) foi emitida pela Planurb (Agência Municipal de Meio Ambiente e Planejamento Urbano).









