A presidente do Sindicato dos Servidores Contratados da Administração Pública da Rede Municipal de Campo Grande foi demitida após manifestação dos servidores municipais de assistentes de educação infantil em Emeis. A ação é vista como retaliação à mobilização e uma tentativa de enfraquecer a luta da categoria.
Presidente do Sindicato dos Servidores Contratados da Administração Pública da Rede Municipal de Campo Grande demitida
Após participar de uma manifestação de servidores municipais na Câmara de Campo Grande, a presidente do Sindicato dos Servidores Contratados da Administração Pública da Rede Municipal, Natali Pereira de Oliveira, foi demitida da função que exercia em uma Emei do bairro Noroeste.
Natali atuava na unidade há oito anos e foi informada da demissão ao chegar à escola após o protesto. Ela alega que a medida configura retaliação à mobilização e uma tentativa de enfraquecer a luta da categoria, que reivindica, entre outras pautas, um reajuste salarial.
A trabalhadora, que não é servidora efetiva do município, afirmou que a diretora da escola comunicou o desligamento com pesar. A reportagem entrou em contato com a prefeitura para obter retorno e aguarda resposta.
Manifestação dos servidores municipais de assistentes de educação infantil em Emeis
Após a manifestação dos servidores municipais que atuam como assistentes de educação infantil em Emeis, a presidente do Sindicato dos Servidores Contratados da Administração Pública da Rede Municipal de Campo Grande, Natali Pereira de Oliveira, foi demitida do cargo que ocupava há oito anos em uma escola do bairro Noroeste.
Natali divulgou um vídeo nas redes sociais lamentando a demissão e alegando que a determinação partiu da Secretaria Municipal de Educação e foi repassada à diretora da unidade onde trabalhava. Ela considera a medida como retaliação à mobilização dos servidores.
Durante a manifestação na Câmara Municipal, cerca de mil assistentes de educação infantil reivindicaram diversas pautas, incluindo o reajuste salarial de R$ 1.900,00 para R$ 2.500,00. Natali relatou ter sido vítima de opressão, perseguição e abuso de poder, agradecendo o apoio das colegas de trabalho.
A presidente do sindicato estava vinculada à escola por meio de um processo seletivo e não era servidora efetiva do município. A prefeitura foi contatada para comentar o ocorrido, mas ainda não houve retorno.
Retaliação à mobilização e tentativa de enfraquecer a luta da categoria
A presidente do Sindicato dos Servidores Contratados da Administração Pública da Rede Municipal de Campo Grande, Natali Pereira de Oliveira, foi demitida de uma Emei após manifestação dos servidores.
Natali relata que a determinação partiu da Secretaria Municipal de Educação e foi repassada à diretora da unidade onde trabalhava, configurando uma retaliação à mobilização e uma tentativa de enfraquecer a luta da categoria.
Manifestação dos servidores
Pelo menos mil assistentes de educação infantil lotaram o plenário da Câmara Municipal para cobrar pautas do grupo, como o reajuste salarial de R$ 1.900,00 para R$ 2.500,00.
Natali, emocionada, afirmou ter sido vítima de 'opressão, perseguição e abuso de poder', agradecendo o apoio das assistentes de educação que demonstraram coragem na luta pelos seus direitos.
Situação de Natali
Natali atuava na unidade havia oito anos e foi comunicada da demissão ao chegar à escola após participar do protesto e conceder entrevista na Câmara de Vereadores.
Apesar da situação, ela ressaltou o apoio da diretora da escola, que comunicou o desligamento com pesar, e destacou que não é servidora efetiva do município.
Reivindicações dos assistentes de educação infantil na Câmara Municipal
Após participar de uma manifestação na Câmara Municipal em busca de reivindicações para os assistentes de educação infantil, a presidente do Sindicato dos Servidores Contratados da Administração Pública da Rede Municipal de Campo Grande, Natali Pereira de Oliveira, foi demitida da função que exercia há oito anos em uma Emei do bairro Noroeste.
Natali relatou que a determinação de seu desligamento partiu da Secretaria Municipal de Educação e foi repassada à diretora da unidade onde trabalhava, logo após chegar à escola na manhã seguinte ao protesto. Ela considera a demissão como retaliação à mobilização dos servidores em busca de melhores condições de trabalho e salário.
Reivindicações dos assistentes de educação infantil
Durante a manifestação na Câmara Municipal, cerca de mil assistentes de educação infantil lotaram o plenário para cobrar pautas do grupo, incluindo o reajuste salarial de R$ 1.900,00 para R$ 2.500,00.
Natali Pereira de Oliveira destacou a importância da luta coletiva e agradeceu o apoio das assistentes de educação infantil que demonstraram coragem e determinação na busca por seus direitos.










