Principais Tópicos sobre a queda do dólar

Neste artigo, vamos abordar os principais tópicos sobre a queda do dólar, incluindo o impacto do feriado nos EUA no mercado, as tensões comerciais entre a Europa e Trump e as reações dos mercados europeus a esses acontecimentos.

Feriado nos EUA e impacto no mercado

O dólar comercial fechou em queda de 0,16% nesta segunda-feira (19), cotado a R$ 5,36, impactado pelo feriado nos Estados Unidos e pelas tensões comerciais entre o governo americano e países europeus.

Com o mercado de ações dos EUA fechado devido ao feriado de Martin Luther King Jr. Day, o volume de negociações diminuiu, reduzindo a volatilidade global. No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia praticamente estável, com leve alta de 0,03%, aos 164.849 pontos.

Tensões comerciais entre EUA e Europa

Os mercados europeus reagiram negativamente às ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor tarifas extras de 10% a produtos de oito países europeus. Essas medidas pressionaram o câmbio global.

Em resposta, países da União Europeia passaram a discutir possíveis tarifas de até 93 bilhões de euros sobre produtos americanos ou restrições ao acesso de empresas dos EUA ao mercado do bloco, aumentando a percepção de risco.

Boletim Focus e projeções

No Brasil, o boletim Focus indicou uma leve redução na projeção da inflação para 2026, de 4,05% para 4,02%. Já a estimativa da taxa Selic subiu para 10% ao final do próximo ano, o que influenciou o comportamento do mercado financeiro.

Ao fechar o dia, o euro comercial avançou 0,25% e encerrou cotado a R$ 6,24, enquanto o dólar turismo caiu 0,1%, sendo vendido a R$ 5,57.

Tensões comerciais entre Europa e Trump

O dólar comercial teve uma queda de 0,16% nesta segunda-feira, chegando a R$ 5,36, em meio ao feriado nos Estados Unidos e às crescentes tensões comerciais entre o governo americano e os países europeus.

Com os mercados de ações dos EUA fechados devido ao feriado de Martin Luther King Jr. Day, houve uma redução na volatilidade global e no volume de negociações. No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia praticamente estável, com leve alta de 0,03%.

Tensões comerciais entre Europa e Trump

Os mercados europeus reagiram de forma negativa às ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor tarifas extras de 10% a produtos de oito países europeus. Essa medida aumentou a pressão no câmbio e entrou no radar dos investidores.

Em resposta, os países da União Europeia começaram a discutir a possibilidade de aplicar tarifas de até 93 bilhões de euros sobre produtos americanos ou de impor restrições ao acesso de empresas dos EUA ao mercado do bloco. Essa situação elevou a percepção de risco nos mercados.

Reações dos mercados europeus

Os mercados europeus reagiram de forma negativa às ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor tarifas extras de 10% a produtos de oito países europeus. Essa medida entrou no radar dos investidores e pressionou o câmbio.

Em resposta, países da União Europeia passaram a discutir possíveis tarifas de até 93 bilhões de euros sobre produtos americanos ou restrições ao acesso de empresas dos EUA ao mercado do bloco, o que aumentou a percepção de risco.

Boletim Focus e projeções econômicas

O dólar comercial fechou esta segunda-feira (19) em queda de 0,16%, cotado a R$ 5,36, influenciado pelo feriado nos Estados Unidos e pelo aumento das tensões comerciais entre o governo americano e países da Europa. Com o mercado de ações dos EUA fechado por causa do feriado de Martin Luther King Jr. Day, o volume de negociações caiu e reduziu a volatilidade global. No Brasil, o Ibovespa encerrou o dia praticamente estável, com leve alta de 0,03%, aos 164.849 pontos.

No cenário externo, os mercados europeus reagiram negativamente às ameaças do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Republicano), de impor tarifas extras de 10% a produtos de oito países europeus. A medida entrou no radar dos investidores e pressionou o câmbio. Em resposta, países da União Europeia passaram a discutir possíveis tarifas de até 93 bilhões de euros sobre produtos americanos ou restrições ao acesso de empresas dos EUA ao mercado do bloco, o que aumentou a percepção de risco.

No Brasil, o boletim Focus indicou leve redução na projeção da inflação para 2026, de 4,05% para 4,02%. A estimativa da taxa Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custódia) subiu para 10% ao fim do próximo ano, o que também influenciou o comportamento do mercado financeiro. No fechamento do dia, o euro comercial avançou 0,25% e terminou cotado a R$ 6,24. Já o dólar turismo caiu 0,1%, vendido a R$ 5,57.

Fonte: https://www.campograndenews.com.br

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