Na última semana, a polícia de Ponta Porã realizou a prisão do líder do Primeiro Grupo Catarinense, em uma operação que resultou na apreensão de diversas armas na residência do criminoso. Os detalhes da ação policial revelam a eficiência das autoridades no combate ao crime organizado na região.
Prisão de líder do Primeiro Grupo Catarinense
A prisão do líder do Primeiro Grupo Catarinense (PGC), Helio Ricardo Cardoso Filho, conhecido como "GG", ocorreu na noite de sábado (31) em Ponta Porã, a 313 km de Campo Grande, na fronteira com o Paraguai.
Ele foi localizado por agentes da Polícia Federal através de uma investigação conduzida pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco). Helio estava utilizando um documento falso em nome de Paulo Eduardo Pantoja Lopes e era alvo de dois mandados de prisão por homicídio.
O líder do PGC estava escondido em uma casa fortificada na Vila Nossa Senhora do Amparo, onde os policiais tiveram que arrebentar o portão para conseguir entrar no imóvel. Apesar de estar armado, Helio se entregou sem resistência.
A prisão ocorreu após investigações da Polícia Federal, que identificou a presença do líder do PGC na fronteira entre Brasil e Paraguai. Na casa onde Helio estava escondido, foram encontradas armas de fogo e munições, levando à sua autuação por posse ilegal de arma de fogo de uso restrito.
Detalhes da operação policial em Ponta Porã
Helio Ricardo Cardoso Filho, líder da facção PGC, foi preso em Ponta Porã, a 313 km de Campo Grande, na fronteira com o Paraguai.
A prisão ocorreu após uma operação conduzida pela Delegacia da Polícia Federal, em conjunto com a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco).
Helio estava escondido em uma casa na Vila Nossa Senhora do Amparo, que foi descrita como uma 'fortaleza' pelos policiais devido às medidas de segurança extremas adotadas no local.
Apesar de estar armado com dois fuzis, duas pistolas e dezenas de munições, Helio se entregou sem resistência ao ser localizado.
Além das armas, foram encontrados celulares na casa, que serão utilizados para subsidiar a investigação e identificação de outros membros da organização criminosa.
Helio Cardoso Filho também foi autuado em flagrante por posse ilegal de arma de fogo de uso restrito.
Detalhes da operação policial
A Polícia Federal já investigava a presença de Helio Cardoso Filho na fronteira, após informações do serviço de Inteligência da Ficco-SC.
Os policiais conseguiram confirmar a presença do foragido em uma casa na Vila Nossa Senhora do Amparo e realizaram a prisão por volta de 19h50 de sábado.
Durante a operação, foram apreendidas várias armas, incluindo fuzis e pistolas, além de munições. Havia indícios de envolvimento com o comércio ilegal de armas de fogo.
Armas apreendidas na residência do líder
Durante a prisão do líder da facção PGC em Ponta Porã, foram apreendidas diversas armas em sua residência.
Ao realizar a entrada forçada na casa, os policiais encontraram um fuzil apoiado na estante da sala, uma pistola 9 mm sobre o sofá e no quarto do acusado foram encontradas mais duas armas – outro fuzil e outra pistola 9 mm, além de munições.
Além das armas apreendidas, o líder da facção também foi autuado em flagrante por posse ilegal de arma de fogo de uso restrito.
Os celulares encontrados no local foram apreendidos para auxiliar nas investigações e identificação de outros possíveis membros da organização criminosa.
Atuação do PGC em Santa Catarina
A prisão do líder da facção PGC, Helio Ricardo Cardoso Filho, conhecido como "GG", em Ponta Porã, a 313 km de Campo Grande, na fronteira com o Paraguai, marca um importante avanço no combate ao crime organizado em Santa Catarina.
Helio Cardoso Filho, que era alvo de dois mandados de prisão por homicídio em Santa Catarina, foi localizado em uma casa na Vila Nossa Senhora do Amparo, que foi descrita pelos policiais como uma "fortaleza", com portões blindados e sistema de segurança avançado.
Apesar de estar armado com dois fuzis, duas pistolas e dezenas de munições, Helio Cardoso Filho decidiu se entregar sem resistência ao ser localizado pelas autoridades. Ele foi preso na véspera de completar 32 anos de idade.
Atuação do PGC em Santa Catarina
O PGC (Primeiro Grupo Catarinense) é apontado como a principal organização criminosa que domina o crime organizado em Santa Catarina.
Rival do PCC (Primeiro Comando da Capital) e aliado do Comando Vermelho, o PGC é considerado a maior facção criminosa do estado.
A prisão de Helio Cardoso Filho representa um golpe significativo nas atividades do PGC em Santa Catarina, demonstrando a eficácia das operações de combate ao crime organizado na região.









