O Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS) enviou ofícios à prefeita de Campo Grande questionando obras viárias e corredores de ônibus na cidade. As obras viárias estão sob análise do TCE-MS, assim como os corredores de ônibus, levantando dúvidas sobre a aplicação correta dos recursos públicos e a transparência nos processos de execução.
Ofícios enviados pelo TCE-MS à prefeita de Campo Grande
O conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul (TCE-MS), Osmar Domingues Jeronymo, encaminhou ofícios à prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, questionando obras viárias e corredores de ônibus na cidade.
Os ofícios enviados pelo TCE-MS levantam questionamentos sobre a legalidade e transparência dos processos relacionados às obras viárias e corredores de ônibus em Campo Grande, indicando a necessidade de esclarecimentos por parte da prefeitura.
Obras viárias em questionamento
O conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul (TCE-MS), Osmar Domingues Jeronymo, encaminhou ofícios à prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, questionando as obras viárias e corredores de ônibus em andamento na cidade.
Os ofícios solicitam informações detalhadas sobre os contratos firmados para as obras, os valores envolvidos, a empresa responsável pela execução, entre outros aspectos relacionados à transparência e legalidade dos projetos.
Corredores de ônibus sob análise do TCE-MS
O conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul (TCE-MS), Osmar Domingues Jeronymo, encaminhou ofícios à prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, questionando obras viárias e corredores de ônibus na cidade.
O questionamento do TCE-MS tem como objetivo garantir a transparência e a correta aplicação dos recursos públicos nas obras de infraestrutura viária e de mobilidade urbana.
Possíveis irregularidades apontadas pelo conselheiro
O conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul (TCE-MS), Osmar Domingues Jeronymo, encaminhou ofícios à prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, apontando possíveis irregularidades em obras viárias e corredores de ônibus.
As questões levantadas pelo conselheiro incluem falta de medições adequadas, ausência de cronograma físico-financeiro e inexistência de laudos técnicos que comprovem a qualidade e a eficiência das obras.









