Reformulação das leis das centrais de fornecimento

A reformulação das leis das centrais de abastecimento é essencial para garantir a eficiência e o bom funcionamento desses locais. O comitê técnico tem como objetivo revisar e atualizar as normas vigentes, visando melhorar a gestão e a operação das centrais. Com uma composição diversificada e um funcionamento transparente, o comitê busca promover mudanças positivas e impactantes no setor de abastecimento.

Importância das centrais de abastecimento

As centrais de abastecimento desempenham um papel fundamental na formação de preços dos alimentos e no escoamento da produção agrícola.

O governo federal reconhece a importância das Ceasas e instituiu um comitê técnico para elaborar estudos e uma proposta de modernização do regime jurídico dessas estruturas.

Objetivos do comitê técnico

O comitê técnico instituído no âmbito do MDA tem como objetivo elaborar estudos e uma proposta de modernização do regime jurídico das Centrais de Abastecimento (Ceasas).

Este comitê terá caráter consultivo e será responsável por levantar a legislação vigente, identificar entraves jurídicos e operacionais, analisar modelos de gestão adotados em estados e municípios, e apresentar uma proposta legislativa para atualizar as normas que regem as centrais.

Objetivos declarados do comitê:

Melhoria dos processos institucionais

Fortalecimento da cooperação federativa

Articulação de políticas públicas ligadas ao abastecimento, cooperativismo e soberania alimentar

Produção de um relatório final com diagnóstico e proposta de mudanças legais a ser entregue à Secretaria de Abastecimento, Cooperativismo e Soberania Alimentar do MDA

Composição e funcionamento do comitê

O comitê técnico criado no âmbito do MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar) tem a missão de elaborar estudos e uma proposta de modernização do regime jurídico das Ceasas (Centrais de Abastecimento).

Composto por representantes do ministério e entidades do setor, como a Abracen e a Confederação Brasileira de Associações, Sindicatos e Operadores de Mercado de CEASA e Afins, o comitê terá caráter consultivo e buscará identificar entraves jurídicos e operacionais, analisar modelos de gestão e apresentar uma proposta legislativa para atualizar as normas das centrais.

Funcionamento do comitê

O comitê terá reuniões a cada dois meses e a participação será considerada serviço público relevante, sem remuneração.

As atividades do comitê incluem levantar a legislação vigente, analisar modelos de gestão adotados em estados e municípios, produzir um relatório final com diagnóstico e proposta de mudanças legais, além de fortalecer a cooperação federativa e articular políticas públicas ligadas ao abastecimento, cooperativismo e soberania alimentar.

Possíveis mudanças legais e impactos no setor

O governo federal deu o primeiro passo para reformular as regras que regem as centrais de abastecimento do país, estruturas estratégicas para a formação do preço dos alimentos e o escoamento da produção agrícola.

Uma portaria publicada no DOU (Diário Oficial da União) desta quinta-feira (22) institui um comitê técnico no âmbito do MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar) com a missão de elaborar estudos e uma proposta de modernização do regime jurídico das Ceasas (Centrais de Abastecimento).

Na prática, o governo reconhece que o atual marco legal das Ceasas está defasado e tenta reorganizar um sistema que influencia diretamente a cadeia de hortifrúti, o funcionamento dos mercados atacadistas e, no fim da linha, o valor pago pelo consumidor.

O comitê terá caráter consultivo e será responsável por levantar a legislação vigente, identificar entraves jurídicos e operacionais, analisar modelos de gestão adotados em estados e municípios e, ao final, apresentar uma proposta legislativa para atualizar as normas que regem as centrais.

O grupo será composto por representantes do próprio ministério, além de entidades nacionais do setor, como a Abracen (Associação Brasileira das Centrais de Abastecimento) e a Confederação Brasileira de Associações, Sindicatos e Operadores de Mercado de CEASA e Afins. Estados, municípios e outros atores poderão participar apenas como convidados, sem direito a voto.

Entre os objetivos declarados estão a melhoria dos processos institucionais, o fortalecimento da cooperação federativa e a articulação de políticas públicas ligadas ao abastecimento, cooperativismo e soberania alimentar. O comitê também deverá produzir um relatório final com diagnóstico e proposta de mudanças legais a ser entregue à Secretaria de Abastecimento, Cooperativismo e Soberania Alimentar do MDA.

As reuniões ocorrerão a cada dois meses e a participação será considerada serviço público relevante, sem remuneração. A portaria não altera regras imediatamente nem interfere na gestão das Ceasas, mas abre caminho para uma reformulação que pode redesenhar a governança do setor.

Fonte: https://www.campograndenews.com.br

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