O júri do réu acusado de matar adolescentes foi adiado devido à falta de advogado. O crime ocorreu em 2024 e resultou na prisão dos suspeitos e na apreensão de veículos relacionados ao caso.
Adiamento do julgamento por falta de advogado
O julgamento de João Vitor de Souza Mendes, acusado de matar dois adolescentes e tentar homicídio de um jovem em 2024, foi adiado por falta de advogado nesta quarta-feira (25) em Campo Grande.
A ausência do advogado do réu levou a Justiça a nomear um defensor público e reagendar a audiência para a primeira quinzena de abril, sem data exata definida.
Detalhes sobre o crime ocorrido em 2024
O crime ocorreu em 2024, na Rua Flor de Maio, Jardim das Hortênsias, quando dois homens em uma motocicleta passaram atirando com a intenção de matar um jovem que vendia drogas próximo à esquina onde estavam Aysla Carolina de Oliveira Neitzke e Silas Ortiz Grizahay, ambos de 13 anos.
Aysla e Silas foram atingidos pelos tiros destinados ao jovem alvo, sendo socorridos, mas não resistindo aos ferimentos. Em maio de 2024, dois suspeitos do atentado foram presos, um deles conhecido como "Jacaré" e o outro detido com uma arma de fogo.
No julgamento realizado em novembro de 2025, Nicollas Inácio Souza da Silva, responsável pelos disparos contra os adolescentes, foi condenado a 43 anos de reclusão. Kleverton Bibiano Apolinário da Silva, apontado como mandante, recebeu 14 anos de reclusão. Rafael Mendes de Souza foi condenado a 11 anos e George Edilton Dantas Gomes foi absolvido.
Todos os condenados foram obrigados a pagar indenizações mínimas às vítimas e seus familiares. O juiz ressaltou a frieza e desprezo pela vida humana dos réus, destacando o impacto dos disparos em via pública nas vítimas inocentes e na tranquilidade social.
Prisão dos suspeitos e apreensão de veículos
O julgamento de João Vitor de Souza Mendes, acusado de matar dois adolescentes e tentar homicídio de um jovem em 2024, foi adiado nesta quarta-feira (25) em Campo Grande. O advogado do réu não compareceu ao fórum e não apresentou justificativa. A Justiça nomeou um defensor público e reagendou a audiência para a primeira quinzena de abril, sem definir a data exata.
O crime ocorreu na Rua Flor de Maio, Jardim das Hortênsias, quando dois homens em uma motocicleta passaram atirando com a intenção de matar um jovem que vendia drogas próximo à esquina onde estavam Aysla Carolina de Oliveira Neitzke e Silas Ortiz Grizahay, ambos de 13 anos. O alvo correu em direção aos adolescentes e os tiros, que eram destinados a ele, atingiram Aysla e Silas. Ambos foram socorridos, mas não resistiram aos ferimentos.
Prisão dos suspeitos e apreensão de veículos
Em maio de 2024, policiais do Batalhão do Choque e do Ficco (Força Integrada de Combate ao Crime Organizado) prenderam dois suspeitos do atentado. Um deles, conhecido como “Jacaré”, foi localizado na mesma rua do crime e acabou preso em flagrante por guardar uma arma de fogo.
O outro foi detido com revólver calibre 357 em uma casa de massagem na Vila Jacy. Ele admitiu ter pilotado a moto enquanto o comparsa disparava contra o alvo, mas disse que os tiros que mataram os adolescentes foram acidentais. A moto utilizada no crime, registrada como furtada, foi apreendida, mas a arma usada nos homicídios não foi encontrada.
Julgamento dos outros quatro réus em novembro de 2025
O julgamento de João Vitor de Souza Mendes, acusado de matar dois adolescentes e tentar homicídio de um jovem em 2024, foi adiado nesta quarta-feira (25) em Campo Grande. O advogado do réu não compareceu ao fórum e não apresentou justificativa. A Justiça nomeou um defensor público e reagendou a audiência para a primeira quinzena de abril, sem definir a data exata.
O crime ocorreu na Rua Flor de Maio, Jardim das Hortênsias, quando dois homens em uma motocicleta passaram atirando com a intenção de matar um jovem que vendia drogas próximo à esquina onde estavam Aysla Carolina de Oliveira Neitzke e Silas Ortiz Grizahay, ambos de 13 anos. O alvo correu em direção aos adolescentes e os tiros, que eram destinados a ele, atingiram Aysla e Silas. Ambos foram socorridos, mas não resistiram aos ferimentos.
Julgamento dos outros quatro réus em novembro de 2025
Em novembro de 2025, os outros quatro réus foram julgados. Nicollas Inácio Souza da Silva, que disparou contra os adolescentes, foi condenado a 43 anos e 20 dias de reclusão e 25 dias-multa pelos homicídios e pela tentativa de matar o alvo. Kleverton Bibiano Apolinário da Silva, apontado como mandante do atentado, recebeu 14 anos de reclusão pela tentativa de homicídio do alvo. Rafael Mendes de Souza foi condenado a 11 anos por tentativa de homicídio e receptação da moto usada no crime. George Edilton Dantas Gomes foi absolvido.
Todos os condenados também foram obrigados a pagar indenizações mínimas: R$ 5 mil à vítima sobrevivente e R$ 15 mil aos familiares de Aysla e Silas. Na sentença, o juiz destacou que os réus agiram “com frieza e desprezo pela vida humana” e que os disparos em via pública atingiram vítimas inocentes, abalando a tranquilidade social.










