O sócio do grupo Dakila, alvo de operações do Gaeco, nega envolvimento nas investigações. As operações Collusion e Simulatum foram deflagradas pelo Gaeco, levantando suspeitas sobre o grupo. O ufólogo em questão se posicionou sobre o caso, negando qualquer ligação com as investigações em curso.
Grupo Dakila nega envolvimento nas investigações
O grupo Dakila divulgou nota negando qualquer envolvimento nas investigações que culminaram nas operações Collusion e Simulatum, deflagradas hoje pelo Gaeco.
Operações Collusion e Simulatum deflagradas pelo Gaeco
O ufólogo e sócio do grupo Dakila, Urandir Fernandes de Oliveira, negou qualquer envolvimento nas investigações que resultaram nas operações Collusion e Simulatum, realizadas pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) nesta semana.
Em nota divulgada à imprensa, Urandir afirmou que não tem relação com as atividades investigadas pelo Gaeco e que está à disposição das autoridades para colaborar com qualquer esclarecimento necessário.
Posicionamento do ufólogo sobre o caso
O ufólogo e sócio do grupo Dakila, Urandir Fernandes de Oliveira, negou qualquer envolvimento nas investigações que resultaram nas operações Collusion e Simulatum, realizadas pelo Gaeco.
Em nota divulgada à imprensa, Urandir afirmou que não tem relação com os fatos investigados e que está à disposição das autoridades para esclarecer qualquer dúvida que possa surgir.
Esclarecimentos do sócio em relação às acusações
O ufólogo e sócio do grupo Dakila, mencionado nas operações Collusion e Simulatum do Gaeco, vem por meio desta nota esclarecer que não possui qualquer envolvimento nas investigações em questão.
É importante ressaltar que as acusações feitas contra o sócio são infundadas, e ele está à disposição das autoridades para prestar todos os esclarecimentos necessários para comprovar a sua inocência.










